- Morreu em Lisboa, aos 97 anos, a pioneira da joalharia artística em Portugal, Kukas, na passada quarta-feira, conforme confirmação de familiar ao PÚBLICO.
- Ao longo de mais de seis décadas de carreira, cruzou arte, design e joalharia, valorizando a intencionalidade criativa.
- Chegou a criar peças para figuras como Amália Rodrigues, Eunice Muñoz e Maria Helena Vieira da Silva.
- Ficou conhecida por encarar a joalharia como arte, mantendo um olhar próprio de design.
- Preferiu usar um seixo em vez de metal precioso quando a criatividade assim o exigiu.
Maria da Conceição de Moura Borges, conhecida como Kukas, morreu na passada quarta-feira, aos 97 anos, em Lisboa. A informação foi confirmada ao PÚBLICO por uma fonte próxima da família.
Pioneira da joalharia artística em Portugal, Kukas integrou artes, design e intencionalidade na sua obra, com uma carreira que durou cerca de seis décadas. O seu trabalho foi marcado pela abordagem da joalharia como arte.
Ao longo da carreira, Kukas colabora com nomes icónicos da cultura portuguesa, incluindo Amália Rodrigues, Eunice Muñoz e Maria Helena Vieira da Silva. Preferiu, muitas vezes, usar um seixo em vez de metal precioso, quando a criatividade assim o exigia.
Legado
A artista é reconhecida pela forma como cruzou a joalharia com o design, abrindo caminhos para uma prática artística mais livre e experimental.
Fonte: confirmação da família ao PÚBLICO.
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