- O homem, de cinquenta e cinco anos, foi condenado no Tribunal de Coimbra a oito anos e seis meses de prisão por três crimes de abuso sexual de menores agravado e um de violação agravada, ocorridos na zona da Figueira da Foz, durante as férias de Verão de 2024, envolvendo dois rapazes de 11 e 12 anos.
- O arguido era irmão da mulher que cuidava das crianças na casa da ama onde os menores eram deixados e acolhidos.
- O tribunal determinou o pagamento de quinze mil euros, sendo sete mil e quinhentos euros a uma vítima e dois mil e quinhentos euros à outra; o indivíduo encontra-se em prisão preventiva desde fevereiro do ano passado.
- Um dos menores começou a automutilar-se após os factos; o acórdão será remetido ao Tribunal de Família e Menores da Figueira da Foz, por desvalorização de factos por parte da mãe de um dos menores.
- A leitura do acórdão ocorreu por videoconferência, estando o condenado no Estabelecimento Prisional de Aveiro, com proibição de contacto com as vítimas e testemunhas.
Dois menores, com 11 e 12 anos, foram vítimas de abuso sexual em casa de ama na zona da Figueira da Foz. O arguido, de 55 anos, irmão da mulher que cuidava das crianças, foi condenado a oito anos e seis meses de prisão. Além disso, foi condenado a pagar 7500 euros a uma das vítimas e 2500 euros à outra.
Os factos ocorreram durante as férias de verão de 2024. Uma das crianças vivia na habitação, sendo familiar da irmã do arguido; a outra ficou na casa da ama, conforme os pais já o faziam habitualmente. O coletivo de juízes entendeu provados os depoimentos das crianças.
O homem aproveitou-se de ficar sozinho com os menores por duas ocasiões e cometeu um dos actos de violação cerca de um mês depois, tendo ainda prometido comprar um telemóvel a uma das vítimas.
Acrórdão e processo
Durante a leitura do acórdão, o tribunal destacou que uma das crianças iniciou automutilação após os factos. O acórdão será remetido ao Tribunal de Família e Menores da Figueira da Foz, por desvalorizações nas versões apresentadas pela mãe de um dos menores.
O suspeito encontra-se em prisão preventiva desde fevereiro do ano passado, pela Polícia Judiciária do Centro, estando proibido de contactar as vítimas e testemunhas.
A leitura do acórdão ocorreu por videoconferência, o arguido encontrava-se detido no Estabelecimento Prisional de Aveiro.
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