- O cabaz alimentar está a aumentar desde o início de 2026, com pressão contínua nos preços.
- Esta semana o preço atingiu o recorde dos últimos quatro anos.
- Deco Proteste prevê que a destruição de estufas e o aumento dos custos de transporte agravem a fatura a pagar por hortícolas e frutos.
- Os prejuízos causados pelas tempestades de janeiro e fevereiro destruíram parte da capacidade produtiva em várias regiões do país.
- O aumento deve agravar-se nos próximos dias.
O cabaz alimentar está a aumentar em Portugal desde o início de 2026, com o impacto já a refletir-se nos preços. Desta vez, a subida é associada a intempéries que atingiram o país em janeiro e fevereiro.
A Deco Proteste alerta que a destruição de estufas e o aumento dos custos de transporte podem agravar a fatura a pagar por hortícolas e frutos. As autoridades ainda não divulgaram dados oficiais sobre o ritmo de subida.
Este cenário de elevação de preços surge num contexto de prejuízos na produção agrícola. As tempestades repetidas comprometeram a capacidade produtiva em várias regiões, agravando a escassez de alguns produtos e pressionando margens de lucro dos produtores.
Impacto e previsões
A organização de consumidores prevê que os aumentos se vão manter nos próximos dias, devido à perspetiva de danos continuados na cadeia produtiva e aos custos logísticos acrescidos. O cenário contribui para uma tendência de subida constante no preço dos cabazes alimentares.
Eventos recentes reforçam a necessidade de respostas que mitiguem o impacto sobre os consumidores, nomeadamente apoio à produção local e melhoria de logística. As autoridades não divulgaram medidas específicas no momento desta publicação.
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