- O Grupo de Ativistas em Tratamentos distribuiu mais de seis mil preservativos, e a Liga Portuguesa Contra a Sida cerca de cinco mil, totalizando onze mil preservativos.
- A entrega ocorreu na véspera do Dia dos Namorados, no âmbito do Dia Internacional do Preservativo, com a mensagem: “no Dia de São Valentim embrulha bem o presente”.
- A distribuição ocorreu em Lisboa, Almada e Seixal.
- A Liga aponta que Portugal apresenta dos piores resultados na transmissão de VIH, bem como de hepatites e tuberculose, na União Europeia, destacando a necessidade de maior intervenção.
- Em 2024, foram diagnosticadas 997 pessoas com VIH em Portugal, segundo dados disponíveis, reforçando a urgência de políticas consistentes de prevenção.
Mais de 11 mil preservativos foram distribuídos na véspera do Dia dos Namorados por duas entidades nacionais, no âmbito do Dia Internacional do Preservativo. A iniciativa contou com mais de 6 mil unidades pelo Grupo de Ativistas em Tratamentos (GAT) e cerca de 5 mil pela Liga Portuguesa Contra a Sida. A ação ocorreu em Lisboa, Almada e Seixal nesta sexta-feira.
O GAT e a Liga Portuguesa Contra a Sida participaram na distribuição, com o objetivo de promover a prevenção e o acesso aos preservativos. A iniciativa associou-se ao tema deste ano, cuja mensagem é embrulhar bem o presente no Dia de São Valentim.
Portugal é apontado pela presidente da Liga como apresentando um dos piores cenários na transmissão de VIH, bem como de hepatites e tuberculose, na União Europeia. Em 2024, foram diagnosticados 997 casos de VIH no país, segundo dados oficiais ainda recentes.
Contexto nacional e dados relevantes
A distribuição reforça a necessidade de políticas de prevenção consistentes e sustentadas, segundo o GAT. O objetivo é reduzir novas infeções e diminuir desigualdades no acesso a meios de prevenção, especialmente entre grupos mais vulneráveis.
As ações ocorreram em locais de forte fluxo social, com foco em reforçar a educação para a prevenção e facilitar o acesso a preservativos. A iniciativa não inclui intervenções clínicas, mas sim a promoção de hábitos seguros junto da população.
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