- Ghislaine Maxwell foi condenada em 2022 a 20 anos de prisão por exploração sexual de menores.
- A mulher de 64 anos tenta esgotar os recursos judiciais contra a sentença.
- No início desta semana, recusou responder a perguntas de um comité da Câmara dos Representantes (Congresso dos EUA).
- A decisão baseou‑se no direito constitucional contra a autoincriminação.
- Os advogados de Maxwell pediam imunidade criminal em troca do testemunho, pedido rejeitado pelo comité liderado por republicanos.
Ghislaine Maxwell, já condenada em 2022 a 20 anos de prisão por exploração sexual de menores, continua a contestar a sentença através de recursos judiciais. No início desta semana, a antiga cúmplice de Jeffrey Epstein recusou responder a perguntas de um comité da Câmara dos Representantes dos EUA, invocando o direito constitucional contra a autoincriminação.
Os advogados de Maxwell pretendiam obter imunidade criminal em troca do testemunho, condição que não foi aceite pelo comité, que é chefiado por membros republicanos. A recusa ocorreu no contexto de investigações lideradas pelo Congresso sobre o caso ligado a Epstein.
Maxwell, de 64 anos, era considerada uma figura central na rede associada a Epstein e enfrenta ainda um longo percurso processual para esgotar os recursos disponíveis contra a condenação. A decisão reforça a posição do comité de não conceder proteção legal automática em troca de depoimentos.
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