- Noé Sendas apresenta, em Lisboa, uma exposição antológica cuidada entre pequenas pinturas de formato reduzido, com grande densidade matérica.
- A mostra reúne obras muito recentes, incluindo peças quase inéditas, centradas num único motivo: o contorno de uma casa desenhado como ícone.
- Em termos de percurso, a retrospectiva tem passado por vários espaços de arte em Portugal nos últimos 12 meses: Museu do Chiado, Brotéria, Lisboa; Centro Cultural de Lagos; e Galeria Presença, no Porto.
- A nova montra está na Galeria Carlos Carvalho, em Lisboa, consolidando a trajetória de Noé Sendas no país.
- O eixo temático da exposição é o fluir do tempo e as imagens associadas, apresentadas de forma concisa e memorável.
Noé Sendas apresenta “uma arqueologia do tempo feliz”, uma exposição antológica que reúne imagens e o fluir do tempo na sua prática artística. O conjunto é pequeno, mas cuidadosamente organizado, centrando-se em motivos recorrentes.
Há pouco mais de um ano que o artista tem exposto em várias cidades do país, passando pelo Museu do Chiado e pela Brotaria, em Lisboa, pelo Centro Cultural de Lagos e, por fim, pela Galeria Presença, no Porto.
Agora regressa a Lisboa, na Galeria Carlos Carvalho, onde fica patente uma seleção mais contida. A mostra reúne trabalhos já consagrados, mas também alguns quase inéditos, em pintura de pequeno formato.
Estas peças destacam, sobretudo, o contorno de uma casa desenhado como ícone. O recurso ao símbolo simples contrasta com a materialidade densa das obras, criando uma leitura contínua do tempo representado.
A exposição enumera, assim, uma trajetória de Noé Sendas pela memória e pela imagem, evidenciando a busca por uma identidade temporal através de formas reconhecíveis. A curadoria mantém o foco na estabilidade visual do motivo casa.
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