- No Palácio Nacional de Mafra, a água escorre pelas paredes e o estuque cai, com o vento a abanar as pinturas.
- O chão fica escorregadio; cortinados e reposteiros estão molhados e as peças nas vitrinas mal se vêem.
- Infiltrações obrigam a fechar salas, agravadas por temporais e decisões da tutela.
- Seis trabalhadores de limpeza tentam minimizar o impacto da água numa área visitável de milhares de metros quadrados.
- A água entra por portas e janelas, acumula-se nos corredores e galerias, e são espalhados sinais de perigo ao longo do circuito público.
O Palácio Nacional de Mafra enfrenta infiltrações de água que escorrem pelas paredes, com estuque a cair e pinturas a balançar. O problema envolve o espaço visitável de milhares de metros quadrados no monumento.
Os trabalhadores de limpeza, seis pessoas, dedicam-se a mitigar o impacto da água que entra por portas e janelas. O chão torna-se escorregadio e é necessário espalhar sinais de alerta ao longo do percurso público.
As infiltrações obrigam a fechar salas e a restringir o acesso a algumas áreas, dificultando a circulação de visitantes e comprometendo a conservação do edifício histórico.
Entre as paredes e as portadas, a água acumula-se nos corredores e galerias, dificultando a visibilidade de peças expostas nas vitrinas. O estuque cai com frequência em vários pontos.
Especialistas destacam que o problema é crónico e tem agravamento devido a temporais recentes. As decisões da tutela são apontadas como fatores que pioraram a situação ao longo do tempo.
A área visitável do palácio é abrangente, mas o espaço técnico de apoio revela perímetros com infiltrações mais acentuadas. O objetivo é manter a segurança de visitantes e a integridade patrimonial.
Não houve confirmação de prazos para a conclusão de intervenções. As autoridades mantêm o acompanhamento da situação para priorizar intervenções de conservação.
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