- Mike Tyson tornou‑se o novo embaixador da política nutricional do Governo de Donald Trump e lançou a campanha “Coma Comida de Verdade”, com anúncio no Super Bowl.
- O pugilista participou num evento oficial dedicado ao combate aos alimentos ultraprocessados, defendendo opções não processadas como vegetais, carne e produtos lácteos.
- No vídeo em preto e branco, Tyson relembra a irmã Denise, que morreu de obesidade aos 25 anos, e fala das suas próprias dificuldades com a alimentação.
- O vídeo contou com a presença do secretário da Saúde, Robert Kennedy Jr., e sublinha que os EUA consomem muitas calorias de alimentos ultraprocessados, associados a obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.
- A iniciativa teve reacção mista: alguns profissionais aprovam, mas há preocupações sobre a ênfase em proteínas animais e lácteos, sugerindo possíveis influências de lobbies agrícolas.
Mike Tyson tornou-se o novo embaixador da política nutricional do Governo Trump, numa campanha chamada Coma Comida de Verdade. O anúncio inicial foi mostrado durante o Super Bowl, a final da NFL, nos Estados Unidos.
O atleta cedeu a sua imagem para promover a iniciativa, apresentada num evento promovido pela administração de Donald Trump. A campanha visa reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados entre a população.
No vídeo em preto e branco, Tyson incentiva a escolha de alimentos não processados, como vegetais, carne e produtos lácteos. O objetivo é diminuir a ingestão de bolos industriais, snacks e refrigerantes.
Tyson partilha ainda lembranças pessoais. Conta que a irmã Denise falleceu aos 25 anos por obesidade e um ataque cardíaco, e que ele próprio enfrenta dificuldades com a alimentação. As declarações surgem à frente de figuras públicas.
O secretário da Saúde, Robert Kennedy Jr., aparece ao lado do ex-campeão, num momento de apoio à campanha. Kennedy tem sido crítico dos alimentos ultraprocessados e promove a mudança de hábitos alimentares.
Autoridades de saúde nacionais apontam que os EUA consomem elevada percentagem de calorias provenientes de ultraprocessados. Especialistas destacam ligações com obesidade, diabetes e doenças cardíacas.
A reação dos especialistas é ambígua: alguns elogiam a iniciativa, enquanto outros receiam que a ênfase em proteínas animais e laticínios inteiros seja influenciada por lobbies agrícolas, em detrimento de evidência científica.
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