- O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, garantiu que será feito tudo o que for necessário para atenuar os efeitos da subida da água no Rio Mondego.
- A subida do Mondego está, segundo ele, “no limiar”.
- A prioridade são os diques, considerados a grande preocupação de todos.
- O Presidente afirmou que o Estado, as autarquias e quem acompanha tecnicamente atuarão na gestão das barragens e no apoio às populações.
- A comunicação foi feita numa reunião na Agência Portuguesa do Ambiente (APA), em Coimbra, com o primeiro-ministro, a ministra do Ambiente, seguranças de Estado da Proteção Civil e Administração Local, autarcas e o presidente da APA.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou nesta quarta-feira que tudo será feito para atenuar os efeitos da subida das águas do Mondego, que se encontra no limiar.
A declaração foi proferida durante uma reunião na Agência Portuguesa do Ambiente, em Coimbra, com a presença do Primeiro-Ministro, da ministra do Ambiente, de secretários de Estado da Proteção Civil e da Administração Local, além de autarcas e do presidente da APA.
O foco é a gestão das barragens e a proteção das populações, com coordenação entre o Governo, entidades técnicas e autoridades locais, de forma a atuar rapidamente se a situação assim o exigir.
Medidas em curso
As instituições envolvidas vão apresentar ações para mitigar impactos, com prioridade para infraestruturas de retenção de água e para reforçar o acompanhamento técnico da evolução do caudal do Mondego.
A reunião também visou reforçar o monitorização da bacia hidrográfica e manter comunicação constante com as comunidades residentes nas áreas ribeirinhas.
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