- A exposição A Marginália de Amadeo está na Sociedade Nacional de Belas-Artes, em Lisboa.
- Revela aspetos menos conhecidos da obra e da vida inicial de Amadeo de Souza-Cardoso, pintor modernista português.
- O foco está nos desenhos e rabiscos feitos por prazer, curiosidade ou tédio nos manuais, cadernos e livros escolares.
- Amadeo de Souza-Cardoso nasceu em 1887 e faleceu em 1918, sendo um dos grandes nomes do modernismo em Portugal.
A Marginália de Amadeo chega já a Lisboa, na Sociedade Nacional de Belas-Artes. A mostra revela facetas menos conhecidas da obra e da vida inicial de Amadeo de Souza-Cardoso, figura central do modernismo português.
A exposição abre espaço a aspetos pouco explorados do percurso do artista, destacando a relação entre o desenho, a escrita e as primeiras experiências visuais. O foco está na época formativa de Amadeo, bem como nas ligações entre as suas criações e o contexto da altura.
A mostra convida o público a observar como a curiosidade de Amadeo se manifestava nos cadernos escolares e nos manuais, bem como na cor e na composição de obras que marcaram a passagem do simbolismo ao modernismo. O conjunto aponta para uma prática criativa ampla.
Importância da exposição
A curadoria propõe uma leitura que integra aspetos íntimos da produção de Amadeo com o cenário artístico da época. Ao privilegiar desenhos, esboços e notas, a mostra ajuda a entender a evolução de um dos pilares da pintura moderna portuguesa.
A narrativa apresentada enfatiza a intervenção do artista no quotidiano escolar, seja nos desenhos, seja nas escritas, sugerindo que o impulso criativo nasceu na experimentação diária. A montagem pretende ligar o estudo às obras reconhecidas do pintor.
Contexto e alcance
A mostra situa Amadeo entre gerações anteriores e posteriores do modernismo nacional. Ao revelar o que houve nos primórdios da sua prática, o projeto amplia a compreensão do caminho que conduziu às obras mais conhecidas. A exposição está patente na capital portuguesa.
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