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Bombeiros de Salvaterra alimentam 200 animais isolados pelas águas do Tejo

Bombeiros de Salvaterra alimentam cerca de 200 animais isolados nas ilhas do Tejo, operação diária até que accesos fiquem desobstruídos

Bombeiros entregam de barco mantimentos em aldeia de Salvaterra de Magos
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  • Os bombeiros de Salvaterra de Magos alimentam cerca de 200 animais isolados em várias ilhas do rio Tejo, devido à subida das águas.
  • A intervenção não é sobre resgatar os animais, mas garantir alimentação suficiente enquanto os acessos permanecem submersos.
  • A alimentação é feita com fardos de palha, distribuídos nos pontos do Tejo dentro da área de atuação da corporação.
  • A identificação dos animais realizou-se após reconhecimento aéreo com o apoio do Campo de Voo de Benavente, para localizar grupos não visíveis na primeira vistoria.
  • Os animais incluem gado bovino, burros e cavalos, distribuídos por ilhas junto a Benavente, Cartaxo, Azambuja e Salvaterra de Magos; a situação permanece enquanto os acessos estiverem inundados.
  • A operação funciona diariamente e depende da passagem de tractor, que fica dificultada pela inundação; deverá cessar quando for possível retomar a alimentação externa.

Os bombeiros de Salvaterra de Magos asseguram a alimentação de cerca de 200 animais isolados em várias ilhas do rio Tejo, devido à subida do nível das águas. A operação foi confirmada neste domingo pelo comandante Paulo Dionísio.

A intervenção não visa resgatar os animais, mas garantir que recebem alimento suficiente enquanto os acessos permanecem submersos. O apoio inclui o transporte de fardos de palha para pontos ao longo do Tejo dentro da área de atuação.

Entre os animais identificados estão bovinos, burros e cavalos, dispersos por ilhas junto a Benavente, Cartaxo, Azambuja e Salvaterra de Magos, no distrito de Santarém. As zonas variam entre cerca de 90 animais noutras áreas, 50 ou mais de 100 em outras.

O responsável recorda que nem todas as espécies se adaptam da mesma forma às cheias: os cavalos toleram melhor água até às patas, enquanto o gado bovino encontra maiores dificuldades, tornando-se mais vulnerável com períodos prolongados de alagamento e falta de pasto.

A operação decorre diariamente e deverá manter-se enquanto os acessos continuarem submersos. Habitualmente, os animais são alimentados por um trator que atravessa para as ilhas, mas o trajeto encontra-se agora inundado, impedindo a passagem.

Assim que as condições permitirem retomar a alimentação externa, o transporte será encerrado.

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