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Universidade de Aveiro desenvolve substitutos ósseos via impressão 3D

Universidade de Aveiro desenvolve substitutos ósseos personalizados em impressão 3D por fotopolimerização em cuba, reduzindo químicos em oitenta por cento e o tempo de produção em sessenta por cento

Análise de ossos
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  • A Universidade de Aveiro desenvolveu substitutos ósseos personalizados via impressão 3D, usando fotopolimerização em cuba.
  • O processo utiliza uma resina líquida que solidifica com luz, criando peças à medida de cada paciente.
  • O material combina hidroxiapatite suspensa numa base aquosa para mimetizar o osso humano e estruturar formas complexas.
  • A base aquosa reduziu em cerca de oitenta por cento o uso de componentes orgânicos e encurtou em cerca de sessenta por cento o tempo da fase final de produção.
  • Os próximos passos incluem avaliação biológica do material e testes avançados de segurança e eficácia antes da aplicação clínica, com a participação de doutorandos e docentes do Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica.

Uma equipa da Universidade de Aveiro desenvolveu substitutos ósseos personalizados através de impressão 3D, numa iniciativa de medicina regenerativa. A notícia foi divulgada por fonte académica desta instituição na última quinta-feira.

Os investigadores recorreram à técnica de fotopolimerização em cuba para fabricar peças à medida de cada paciente, usando uma resina líquida que solidifica com a luz. A abordagem permite adaptar a forma e a estrutura à necessidade clínica.

O objetivo é obter peças que correspondam às características do osso a substituir, com uma geometria próxima da prótese necessária, garantindo uma estrutura estável e compatível com o osso humano.

A base do material envolve hidroxiapatite suspensa numa resina de base aquosa, mimetizando o mineral ósseo e possibilitando a produção de geometrias complexas adaptadas a cada caso clínico.

A escolha pela base aquosa reduziu em cerca de 80% o uso de compostos orgânicos e encurtou o tempo da fase final de produção em aproximadamente 60%, segundo a nota da universidade.

Os próximos passos incluem avaliar o comportamento biológico do material e realizar testes avançados para assegurar segurança e eficácia antes de qualquer aplicação clínica.

O projeto contou com a participação de Simão Santos e Manuel Alves, doutorandos, e das professoras Susana Olhero e Georgina Miranda, do Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica.

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