- A Polícia Judiciária deteve, em Portimão, 10 suspeitos de tráfico internacional de droga e apreendeu 1.300 quilos de cocaína, na operação Valhalla, com apoio da Polícia Marítima e autoridades de Espanha e da Dinamarca.
- A operação, a cargo da Unidade Central de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, contou com a colaboração do Maritime Analysis and Operations Centre (Narcotics) (MAOC(N)).
- Em território nacional foram ainda apreendidas duas embarcações e três viaturas, com o envolvimento da Diretoria de Faro e do Departamento de Investigação Criminal da PJ.
- Os detidos são de nacionalidade dinamarquesa; paralelamente, uma mulher foi detida em Copenhaga e foram realizadas 21 buscas domiciliárias na Dinamarca.
- Sexta-feira será realizada em Lisboa uma conferência de imprensa para explicar pormenores da operação; os 10 detidos serão ouvidos em primeiro interrogatório para aplicação de medidas de coação, que podem incluir prisão preventiva.
A Polícia Judiciária deteve em Portimão 10 suspeitos de tráfico internacional de droga e apreendeu 1.300 quilos de cocaína, na operação chamada Valhalla. A ação ocorreu com o objetivo de desmantelar uma rede dedicada ao tráfico transnacional.
A operação envolveu a Unidade Central de Combate ao Tráfico de Estupefacientes e contou com o apoio da Polícia Marítima, bem como das autoridades de Espanha e da Dinamarca. No total, foram apreendidas 1.300 quilos de cocaína, duas embarcações e três viaturas em território nacional.
A fonte policial indicou à Lusa que os detidos são de nacionalidade dinamarquesa. Paralelamente, uma mulher foi detida em Copenhaga, e ocorreram 21 buscas domiciliárias na Dinamarca, segundo a PJ em comunicado. Uma conferência de imprensa está marcada para sexta-feira, em Lisboa, para explicar pormenores da operação.
Desenvolvimento da investigação
Os 10 detidos deverão ser ouvidos em primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação, que podem incluir prisão preventiva. A PJ não divulgou detalhes adicionais sobre as fases seguintes da operação Valhalla. As autoridades portuguesas e parceiras mantêm o caso sob acompanhamento, com novas informações esperadas nos próximos dias.
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