- A UE procura replicar o modelo de sucesso das startups da Estónia, reconhecida pela inovação digital e pelo uso avançado de tecnologia no setor público e privado.
- O governo estónio proibiu a entrada no país a 261 russos que combateram na Ucrânia.
- A Estónia acionou o artigo quatro da NATO para consultas entre Estados‑membros, após três caças russos entrarem no seu espaço aéreo e lá permanecerem cerca de 12 minutos.
- Pilotos russos teriam ignorado os sinais de alerta das aeronaves da Missão de Polícia Aérea da NATO ao violarem o espaço aéreo estónio.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, deslocou‑se à Estónia para reiterar solidariedade europeia e apoiar financiamento para a defesa, com interesse em empréstimos de 3,6 mil milhões de euros.
A União Europeia procura replicar o sucesso das startups da Estónia, que se tornou um polo de inovação digital. O governo estoniano tem vindo a investir em iniciativas que promovem a criação de empresas tecnológicas, servindo de referência no bloco.
A Estónia é reconhecida pela cultura empreendedora e pelo uso avançado da tecnologia no setor público e privado. Este modelo tem sido alvo de estudo por outros países da UE, que procuram adaptar políticas de digitalização e apoio a novas empresas.
O Ministério do Interior da Estónia anunciou a proibição de entrada de 261 russos que combateram na Ucrânia, destacando que quem cometeu atrocidades não tem lugar no espaço livre. A decisão foi comunicada oficialmente pelo governo.
Segurança e defesa
A UE discute medidas para reforçar a defesa ronda a fronteira leste, com a Estónia a pressionar pela cooperação. Em resposta a incidentes, o país acionou o art. 4.º da NATO para consultas entre Estados-membros após três caças russos entrarem no seu espaço aéreo e permanecerem 12 minutos.
Caças russos que violaram o espaço aéreo estónio teriam ignorado alertas de aeronaves italianas da Missão de Polícia Aérea da NATO, segundo informação de um oficial estónio. O episódio intensifica o debate sobre a monitorização da região.
A Estónia afirmou estar preparada para contribuir com tropas para a força de segurança que a coligação planeia enviar à Ucrânia, reforçando o apoio europeu à defesa na região fronteiriça. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, visitou a Estónia para reiterar solidariedade e apoiar a indústria de defesa europeia.
Panorama europeu
No âmbito das relações com a Rússia, o ex-chanceler alemão Schröder voltou a defender uma postura de “capacidade de paz” e cooperação energética com Moscovo, gerando críticas por parte de diversos focos políticos do continente. Michael Roth descreveu a posição como problemática.
Paralelamente, o governo finlandês deteve um navio suspeito, após cabos submarinos terem sido danificados no Golfo da Finlândia. O barco, que partiu da Rússia com destino a Israel, permanece sob investigação.
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