- A Galeria Municipal do Porto (GMP) celebra o 25.º aniversário e apresenta o programa para 2026, destacando a diversidade artística.
- Até meados de fevereiro vão estar patentes três exposiziões: Estado de espírito; Recursões: uma cartografia de territórios inacabados; e Aprender a ensinar, ensinar a aprender, com artistas portuenses.
- A GMP bicou uma nova iniciativa, as Comissões, destinada a apoiar obras inéditas em março, além de Pele do Mar e Colapso, exposições até junho com Eunice Pais e Silvestre Pestana.
- O terreiro volta a ganhar vida com uma instalação ao ar livre de Pia Camil; no final do ano estão previstos dois ciclos com Augustas Serapinas e Lydia Ourahmane.
- O público continua a registar crescimento, com cerca de 180.644 mil visitantes; Abril Febril regressa a 25 de abril, e há edições de Fogo Fátuo, bem como sessões da Fonoteca Municipal: Hora de Ponta e Escuta Ativa.
A Galeria Municipal do Porto (GMP) apresentou o programa para 2026, em vésperas de completar 25 anos. O lançamento ocorreu nesta quarta-feira, com a presença de Jorge Sobrado, vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto, e de João Laia, director artístico da Direção de Arte Contemporânea da Ágora – Cultura e Desporto do Porto. O foco é afirmar a cultura e a arte contemporânea como bem público essencial para o tecido urbano.
Sobrado destacou que o aniversário da GMP e o novo ciclo reafirmam a importância da Cultura e da Arte Contemporânea do Porto. O responsável acrescentou que a cidade se revela culturalmente portuária, aberta a trocas, experimentação independente, liberdade, pensamento crítico e diálogo com o mundo. O programa apresentado visa valorizar artistas locais ao mesmo tempo que estabelece diálogo com criadores nacionais e internacionais.
Para 2026, o público pode contar com três exposições que ficam patente até meados de fevereiro, intituladas Estado de espírito, Recursões: uma cartografia de territórios inacabados e Aprender a ensinar, ensinar a aprender. Os nomes de artistas locais incluem Mariana Caló, Lilianne Kiame e Elvira Leite.
Comissões marca uma nova iniciativa da GMP, a 14 de março, destinada a apoiar a produção de obras inéditas, além de duas exposições individuais até junho, Pele do Mar e Colapso, com Eunice Pais, luso-moçambicana, e Silvestre Pestana, pioneiro da poesia visual.
O terreiro da GMP volta a ganhar vida nos meses quentes, com uma instalação ao ar livre da artista mexicana Pia Camil, reconhecida por exposições em larga escala. No fim do ano, o programa prevê mais dois ciclos de exposições, com o artista italiano Augustas Serapinas e com a artista argelina Lydia Ourahmane.
A performance de maior dimensão refletiu o crescimento de visitantes, com recorde de roughly 180.644 mil entradas, apontando para um aumento de 134% face a 2024. A GMP mantém o compromisso de ampliar o público e a participação cultural na cidade.
Abril Febril regressa à Concha Acústica dos Jardins do Palácio de Cristal no dia 25 de abril. No verão e no outono estão previstas duas edições adicionais de Fogo Fátuo, o ciclo dedicado à arte em movimento.
A Fonoteca Municipal do Porto mantém o programa semanal Hora de Ponta, sessões de escuta temática abertas ao público todas as quartas, entre as 18h e as 19h. Há ainda sessões mensais de Escuta Ativa, com convidados a escolher discos da coleção de vinil da cidade para uma experiência de escuta com o público.
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