- Um departamento científico liderado pela filha mais nova de Vladimir Putin está a desenvolver pombos-espiões.
- O projeto prevê colocar chips nas aves, que passariam a funcionar como biodrones teleguiados.
- As pombos seriam camuflados para operações de espionagem.
- Não são dadas informações sobre prazos ou detalhes técnicos adicionais.
- A notícia apresenta a ideia como parte de pesquisas neste domínio, sem entrar em juízos de valor.
Um departamento científico russo, alegadamente chefiado pela filha mais nova de Vladimir Putin, está a investigar a inserção de chips em pombos para criar biodrones teleguiados camuflados.
Segundo informações não verificadas tornadas públicas recentemente, o objetivo é permitir que os pombos voem em áreas restritas sem detetar, assegurando capacidades de vigilância discretas.
Ainda não há confirmação oficial sobre a participação direta da filha de Putin nem sobre o estágio técnico do projeto, nem se os dispositivos seriam ativados de forma autónoma.
O caso surge numa altura em que as tecnologias de vigilância e o uso de animais para fins de espionagem geram debate internacional, com impactos potenciais em normative e ética.
Analistas apontam que, se confirmado, o projeto pode levantar questões sobre responsabilidade, bem-estar animal e regras internacionais aplicáveis a operações de inteligência.
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