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CPCJ de Oliveira do Hospital monitora 44 casos ativos após 163 sinalizações 2025

CPCJ de Oliveira do Hospital acompanha 44 casos ativos em 2025, entre 163 sinalizações, num seminário sobre proteção infantil

CPCJ de Oliveira do Hospital acompanha atualmente 44 casos ativos após 163 sinalizações em 2025
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  • CPCJ de Oliveira do Hospital acompanha 44 casos ativos em 2025, após 163 sinalizações.
  • Sexta-feira, 6, realiza-se o seminário “Cuidar e Proteger: entre o cuidado, a responsabilidade e o direito” na Casa da Cultura César Oliveira, em parceria com o Município.
  • O encontro é dirigido a técnicos de intervenção social e pretende refletir sobre o equilíbrio entre cuidar e proteger, mantendo os direitos das pessoas acompanhadas.
  • Violência doméstica é a principal preocupação do último ano, com a GNR a ser a principal fonte de denúncias; é essencial manter vigilância para sinais de situações que possam evoluir.
  • O programa inclui especialistas nacionais, como o juiz desembargador Paulo Guerra e a professora Filomena Gaspar; o seminário é aberto ao público e as inscrições estão online via Facebook da CPCJ ou do município.

A CPCJ de Oliveira do Hospital acompanha atualmente 44 casos ativos, entre 163 sinalizações em 2025, no concelho. O dado foi partilhado durante um seminário promovido pela comissão, em parceria com o Município, na Casa da Cultura César Oliveira.

O seminário, intitulado Cuidar e Proteger: entre o cuidado, a responsabilidade e o direito, ocorre nesta sexta-feira, 6 de março. O objetivo é reunir técnicos e comunidade para debater os desafios da intervenção social e da proteção de crianças e jovens.

Segundo Carla Camacho, presidente da CPCJ local, o evento dirige-se a técnicos com intervenção social e pretende promover uma reflexão sobre o papel de quem trabalha com famílias acompanhadas. A organização destaca o equilíbrio entre cuidar e proteger, sem descurar os direitos das pessoas acompanhadas.

Dados apresentados indicam que, em 2025, foram sinalizadas 163 situações à CPCJ de Oliveira do Hospital, com 44 em acompanhamento ativo. A presidente explicou que muitos casos não se confirmam ou são resolvidos, e que a intervenção requer consentimento expresso de quem cuida das crianças.

Violência doméstica entre as principal preocupações

A responsável sublinha que a violência doméstica foi a problemática dominante no último ano, com a GNR a ser a principal denunciante. Não há registos de casos extremos, mas a vigilância permanece essencial para detectar sinais precoces de situações graves.

A CPCJ tem recebido um número significativo de denúncias anónimas, algumas com fundamento e outras não. A presidente alerta para situações motivadas apenas por boatos, que podem causar sofrimento à família. Denúncias podem ser feitas online, por telefone, email ou presencialmente na Câmara Municipal.

Seminário com especialistas nacionais

A secretária da CPCJ, Catarina Cardoso, adianta que o programa inclui especialistas de várias áreas. O juiz desembargador Paulo Guerra falará sobre a justiça que cuida e protege, e a professora Filomena Gaspar abordará o burnout parental. O debate também abrange saúde mental infantil e direitos de crianças e jovens LGBTI.

Apesar de dirigido a técnicos, o seminário está aberto ao público. A participação presencial ainda tem vagas disponíveis, com inscrições através da página de Facebook da CPCJ ou da Câmara Municipal.

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