- Paulo Cafôfo alertou para o risco de retrocesso na Autonomia e pediu definição de prioridades na revisão constitucional.
- A intervenção de Élvio Sousa suscitou interpelações da oposição, com as primeiras perguntas vindas de três parlamentares socialistas.
- Cafôfo acusa o PSD de falta de rumo na revisão constitucional e diz que quem bloqueia a regionalização não quer aprofundar as autonomias.
- Victor Freitas referiu a situação do serviço regional de saúde, num ano em que se cumprem 50 anos de Autonomia.
- Gonçalo Leite Velho abordou a polémica da mobilidade; Miguel Castro, líder do CH, afirmou que António José Seguro não vai apoiar a revisão constitucional.
Paulo Cafôfo alertou para o que designa como risco de retrocesso na Autonomia, após a intervenção de Élvio Sousa no parlamento regional. A intervenção suscitou interpelações de vários deputados da oposição, com as primeiras perguntas vindas de três parlamentares socialistas. O debate teve lugar no âmbito do tema da revisão constitucional.
Cafôfo acusou o PSD de falta de rumo na questão da revisão constitucional e defendeu a definição de prioridades. Em sentido oposto, aponta que o Governo da República cria um cenário de atraso na eventual consolidação de autonomias. Segundo ele, quem bloqueia a regionalização no continente não pretende aprofundar as autonomias.
Victor Freitas destacou a situação do serviço regional de saúde, num ano especial pelos 50 anos de Autonomia. Gonçalo Leite Velho trouxe à baila a polémica da mobilidade, também ligada ao novo ciclo de debates sobre a autonomia. Miguel Castro, líder do CH, lembrou que António José Seguro já afirmou não apoiar uma revisão constitucional.
Contexto e pontos em análise
As intervenções refletem posições de vários partidos sobre o equilíbrio entre autonomia regional e revisão constitucional, num momento em que o tema volta a ganhar relevo no espaço político regional.
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