- Cerca de três mil agregados familiares estão actualmente inscritos nos programas de habitação do Governo Regional, segundo o presidente Miguel Albuquerque durante a visita à obra na Quinta Josefina, Santo António, Funchal.
- A construção de quinze fogos T2 para renda reduzida, integrada no PRR Habitação para a Região, representa um investimento de 3,4 milhões de euros e deverá ficar pronta até ao Verão.
- Já foram entregues 504 fogos na Região e, até ao Verão, deverão estar concluídas mais 301 habitações.
- O Governo Regional quer continuar a construir fogos a custos controlados, através do Orçamento Regional e de modalidades como cooperativas, em articulação com as câmaras municipais.
- A taxa de execução do PRR na habitação deverá atingir cem por cento até junho, enfrentando prazos curtos e aumento de custos na construção.
Cerca de três mil agregados familiares estão inscritos nos programas de habitação do Governo Regional, anunciou hoje o presidente Miguel Albuquerque durante a visita à obra de construção de 15 fogos na Quinta Josefina, Santo António, Funchal. A intervenção integra o PRR Habitação para a Região.
O investimento da empreitada é de 3,4 milhões de euros e prevê 15 apartamentos T2 para renda reduzida, destinados a famílias com necessidades habitacionais. A conclusão está prevista para o Verão, segundo o chefe do Governo Regional.
Albuquerque lembrou que já foram entregues 504 fogos na região ao abrigo do PRR e que, até ao Verão, devem ficar concluídas mais 301 habitações. O Governo pretende continuar a construir a custos controlados, recorrendo ao Orçamento Regional, a cooperativas e cláusulas com câmaras municipais.
Cenário atual da habitação na região
O dirigente reconheceu que a pressão habitacional afeta sobretudo jovens casais, defendendo soluções com preços acessíveis num mercado considerado muito difícil para iniciar a vida ativa. Os programas abrangem construção, recuperação de casas e apoio ao pagamento de rendas.
Foi igualmente admitida a existência de exclusões por incumprimento de critérios, com rectificações em alguns casos quando diferenças de rendimento afastavam famílias do apoio. A situação é acompanhada pela gestão de candidaturas, que visa corrigir margens que possam excluir potenciais beneficiários.
Albuquerque indicou uma taxa de execução de 100% para o PRR na área da habitação até junho, apesar dos prazos curtos e do aumento de custos na construção. O objetivo é assegurar que as verbas disponíveis sejam plenamente aplicadas.
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