- Oficina no Porto desmontou o tablier, retirou os bancos da frente e levantou o revestimento para detetar a origem de um ruído.
- Ao fim de dias de trabalho, os mecânicos encontraram uma pilha minúscula solta no chassi e apresentaram uma fatura de 3141 euros que a cliente recusou pagar.
- Durante três meses, a JOP – Veículos e Peças, S.A. reteve o automóvel.
- O Tribunal Arbitral do Consumo determinou devolver o veículo à proprietária e assumir o custo da reparação.
- A sentença salienta que não foi apresentado orçamento, nem foi comunicado o valor global dos trabalhos, nem o número de horas ou o custo final previsível.
A oficina do Porto desmontou o tablier, retirou os bancos dianteiros e levantou o revestimento para identificar a origem de um ruído no veículo. Ao fim de dias de trabalho, foi encontrada uma pequena pilha solta no chassis e surgiu a fatura de 3141 euros. A cliente recusou pagar o montante.
Durante três meses, a JOP – Veículos e Peças, S.A. reteve o automóvel. Na última segunda-feira, o Tribunal Arbitral do Consumo ordenou a devolução do veículo à proprietária e a cobertura do custo da reparação.
A sentença sustenta que não foi apresentado orçamento, nem comunicado o valor global, nem detalhadas as horas despendidas ou o custo final previsível. A proprietária, Mariana Machado, afirma que ficou com a perceção de que o valor era injustificado.
Decisão do Tribunal Arbitral do Consumo
O tribunal determinou que o automóvel fosse devolvido e que a oficina assumisse os custos da reparação, assegurando transparência em futuras orçamentos. A proprietária considera que a decisão reflete justiça.
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