Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Oficina queria cobrar 3141 euros por pilha minúscula, terá de suportar o custo

Oficina do Porto cobrou 3141 euros por uma pilha minúscula; o tribunal arbitral ordena devolver o veículo e suportar o custo da reparação

A oficina desmontou o tablier e retirou os bancos da frente para detetar origem de ruído
0:00
Carregando...
0:00
  • Oficina no Porto desmontou o tablier, retirou os bancos da frente e levantou o revestimento para detetar a origem de um ruído.
  • Ao fim de dias de trabalho, os mecânicos encontraram uma pilha minúscula solta no chassi e apresentaram uma fatura de 3141 euros que a cliente recusou pagar.
  • Durante três meses, a JOP – Veículos e Peças, S.A. reteve o automóvel.
  • O Tribunal Arbitral do Consumo determinou devolver o veículo à proprietária e assumir o custo da reparação.
  • A sentença salienta que não foi apresentado orçamento, nem foi comunicado o valor global dos trabalhos, nem o número de horas ou o custo final previsível.

A oficina do Porto desmontou o tablier, retirou os bancos dianteiros e levantou o revestimento para identificar a origem de um ruído no veículo. Ao fim de dias de trabalho, foi encontrada uma pequena pilha solta no chassis e surgiu a fatura de 3141 euros. A cliente recusou pagar o montante.

Durante três meses, a JOP – Veículos e Peças, S.A. reteve o automóvel. Na última segunda-feira, o Tribunal Arbitral do Consumo ordenou a devolução do veículo à proprietária e a cobertura do custo da reparação.

A sentença sustenta que não foi apresentado orçamento, nem comunicado o valor global, nem detalhadas as horas despendidas ou o custo final previsível. A proprietária, Mariana Machado, afirma que ficou com a perceção de que o valor era injustificado.

Decisão do Tribunal Arbitral do Consumo

O tribunal determinou que o automóvel fosse devolvido e que a oficina assumisse os custos da reparação, assegurando transparência em futuras orçamentos. A proprietária considera que a decisão reflete justiça.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais