- John Eric Spiby, vencedor da lotaria britânica em 2010 com um prémio de 2,4 milhões de libras, foi condenado a 16,5 anos de prisão por chefiar um esquema industrial de falsificação de medicamentos.
- A operação permitiu fabricar milhões de comprimidos falsificados para venda como Valium, descrita pela justiça como a maior do género já realizada pela polícia britânica.
- A habitação do homem, de 80 anos, servia de base para o fabrico, onde fornecia instalações, ajudou a adaptar o espaço e adquiriu máquinas para a produção de comprimidos.
- O tribunal considerou provados crimes adicionais, incluindo posse de armas de fogo, posse de munições e obstrução à justiça, no âmbito da mesma operação iniciada em 2020.
- No âmbito da mesma operação, o filho de Spiby, John Colin Spiby, foi condenado a nove anos em 2024; outros cúmplices, Lee Drury e Callum Dorian, receberam nove anos e nove meses, respetivamente, e doze anos.
John Eric Spiby, conhecido por ter ganho 2,4 milhões de libras na lotaria britânica em 2010, foi condenado a 16,5 anos de prisão por chefiar uma organização de falsificação de medicamentos. A sentença foi anunciada pelas autoridades britânicas.
O esquema produziu milhões de comprimidos falsificados, que eram vendidos como Valium, medicamento utilizado para ansiedade, espasmos e abstinência alcoólica. A operação é descrita como a maior do género já realizada pela polícia britânica, segundo o tribunal de Bolton.
O líder do esquema negou o envolvimento, mas o juiz considerou provadas as suas funções de fornecimento de instalações na casa dele, bem como a aquisição de máquinas para a produção de comprimidos, a custo de vários milhares de euros. A habitação rural foi o centro da produção.
No âmbito da mesma operação, deflagrada em 2020, o filho de Spiby, John Colin Spiby, foi condenado a 9 anos de prisão por crimes relacionados, em 2024. Foram ainda condenados Lee Drury a 9 anos e 9 meses e Callum Dorian a 12 anos, respetivamente.
Entre as acusações provadas figura a posse de armas de fogo, posse de munições e obstrução à justiça, segundo o tribunal de Bolton. A notícia é acompanhada por fontes oficiais e pelo The Guardian.
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