- As candidaturas ao prémio Green Heart of Cork+ (GHoC+) da WWF Portugal estão abertas até 31 de março de 2026 para produtores de todo o país que implementem práticas sustentáveis na gestão de ecossistemas florestais.
- O prémio tem um valor mínimo de 9.000 euros, a distribuir entre os vencedores selecionados pelo júri, e o preenchimento deve ser feito via formulário online.
- A avaliação ocorre em abril, com a atribuição dos galardões a ocorrer em junho.
- O GHoC+ está organizado em três categorias: Clássico (gestão responsável do montado de sobro, com conservação da biodiversidade), Certificação (incentivo à certificação FSC da gestão do montado) e Eco (propriedades já certificadas FSC que promovam restauração e melhoria da biodiversidade).
- O programa, ativo desde 2011 para a conservação do montado, já entregou quarenta e cinco prémios, totalizando setenta e nove mil euros, e passou a abranger todo o país.
A WWF Portugal abriu as candidaturas ao prémio Green Heart of Cork+ (GHoC+), destinado a reconhecer práticas de gestão florestal responsável em todo o país. O prazo vai até 31 de março de 2026, para produtores que implementem práticas sustentáveis na gestão de ecossistemas florestais. O pagamento mínimo é de 9.000 euros, dividido entre os selecionados.
As candidaturas realizam-se através de um formulário online. A avaliação decorre em abril, com a atribuição de prémios prevista para junho.
Três categorias para reconhecer boas práticas florestais
O GHoC+ reúne três modalidades: Clássico, para a gestão do montado de sobro com foco na conservação da biodiversidade; Certificação, para incentivar a expansão da certificação FSC nesse montado; Eco, dirigido a propriedades já certificadas FSC que implementem restauro e melhoria da biodiversidade. Critérios geográficos, gestão ativa dos ecossistemas e aspetos sociais contam para a avaliação.
O programa é um dos mais antigos da WWF Portugal, tendo sido reestruturado em junho de 2025. A mudança amplia o foco para diferentes tipologias de gestão florestal e níveis de certificação, mantendo o objetivo de melhorar a conservação do montado.
Projeto com atuação desde 2011
A iniciativa atua desde 2011 na conservação da maior mancha de sobreiro do mundo, junto à margem esquerda do Tejo. Recentemente, foi estendido a todo o território nacional, mantendo prioridade na promoção de boas práticas florestais.
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