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Mesinha de S. Sebastião e o jesuíta que não negou fogo

Em 20 de janeiro de 1994, Vila Grande recebe o jesuíta António Freire na Mesinha de S. Sebastião, marco histórico de uma cerimónia local

O jesuíta António Freire ficou sozinho na mesa ainda por levantar e deu uma palestra inesquecível
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  • Em vinte de janeiro de mil novecentos e noventa e quatro, Vila Grande, no Boticas, recebeu a Mesinha de S. Sebastião.
  • A cerimónia contou com o jesuíta António Freire como convidado especial.
  • Freire é descrito no texto como um homem de estatura média, cabelo puxado para trás, óculos graduados e aparelho auditivo.
  • O narrador compara a figura do jesuíta a alguém de filme, destacando o seu ar bondoso e divertido.

Em 20 de Janeiro de 1994, a aldeia de Vila Grande, no antigo Couto de Dornelas, Boticas, acolheu mais uma edição da Mesinha de S. Sebastião. A cerimónia religiosa contou com a presença de um convidado especial: o jesuíta António Freire.

À época, Vila Grande ainda apresentava vestígios de neve, característicos do inverno. A cerimónia tornou-se um ponto de referência para a comunidade local, mantendo o tom tradicional associado à celebração da festa de S. Sebastião.

António Freire, jesuíta destacado da região, esteve entre os participantes, inserido no contexto de uma reunião que junta elementos religiosos, culturais e comunitários. A presença do sacerdote foi descrita pela organização como um momento de enquadramento da cerimónia nas tradições locais.

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