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Mário Machado transferido para prisão de alta segurança em Paços de Ferreira

Mário Machado transferido para a prisão de Paços de Ferreira após operação da Polícia Judiciária; cumpre quatro anos por discriminação e incitamento ao ódio; recurso em curso

Tribunal aplica cúmulo de quatro anos de prisão a Mário Machado
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  • Mário Machado foi transferido da prisão de Alcoentre para a prisão de alta segurança de Paços de Ferreira, numa cela de oito metros quadrados, onde permanece isolado.
  • Cumpre uma pena de quatro anos de prisão, resultante de duas condenações por discriminação, incitamento ao ódio e violência; o advogado já informou que vai recorrer da decisão.
  • A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais não divulga publicamente motivos de transferências nem informações sobre detidos.
  • A mudança acontece após buscas da Polícia Judiciária, a 20 de janeiro, no âmbito da operação que desmantelou o grupo 1143 e deteve 37 suspeitos; o Ministério Público relata planos para 2026 envolvendo ações contra a comunidade muçulmana em Portugal.
  • O despacho menciona ações do grupo 1143 desde fevereiro de 2024, incluindo ataques e disseminação de ideologia neonazi, com referência a um episódio a 5 de outubro de 2025 contra dois cidadãos indianos.

Mário Machado foi transferido da prisão de Alcoentre para uma prisão de alta segurança em Paços de Ferreira. Cumpre uma pena total de quatro anos, fruto de duas condenações por discriminação, incitamento ao ódio e violência. Encontra-se isolado numa cela de 8 metros quadrados.

O processo inclui a intenção de recurso: o advogado confirmou que vai recorrer da decisão junto do Tribunal de Execução de Penas. A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais não divulga motivos das transferências nem informações sobre detenção.

A operação que levou à detenção de 37 suspeitos, em 20 de janeiro, após buscas da Polícia Judiciária, envolveu o grupo 1143. A diretora da Unidade Nacional de Contraterrorismo, Patrícia Silveira, destacou a apreensão de elementos relevantes para a investigação.

Contexto da operação e acusações

Segundo o despacho de indiciação, o Ministério Público sustenta que, em novembro, Mário Machado planeou ações em 2026 para provocar reações na comunidade muçulmana em Portugal. A primeira ação previa a divulgação de um vídeo com uma tarja ofensiva a Maomé, já apreendido pela PJ.

Outra ação, prevista para Coimbra no Dia de Portugal, 10 de junho, passaria pela exibição de uma bandeira com a imagem do profeta islâmico com um turbante e uma bomba. O despacho descreve ainda uma dezena de ações do grupo desde fevereiro de 2024, contra imigrantes muçulmanos.

Entre os casos referidos estão manifestações públicas, difusão de ideologia neonazi nas redes sociais e episódios de agressão, incluindo um ataque a dois cidadãos indianos numa área de serviço da A1, em outubro de 2025.

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