- O extremismo entrou na escola, segundo a comunidade educativa, e o fenómeno tende a crescer.
- Crianças são hostilizadas e atacadas com base na nacionalidade.
- Na sala de aula, surgem comentários xenófobos, racistas e misóginos.
- O cerco de intolerância verifica-se em vários níveis do ambiente escolar.
- A reportagem é de Ana Tulha, com fotografias de Leonel de Castro.
Olhando para o cenário escolar, as denúncias de ódio ganham espaço dentro das salas de aula, com acusações de hostilidade com base na nacionalidade e episódios de xenofobia, racismo e misoginia. A comunidade educativa afirma que o extremismo se instalou nas escolas e aponta para um aumento de comportamentos discriminatórios.
Crianças e jovens são descritos como agentes e vítimas desse ambiente, reproduzindo em sala comentários que agravaram o clima de tensão. Educadores e técnicos ligados ao apoio psicológico relatam dificuldades em conter o assédio e em promover uma convivência respeitosa entre alunos de origens diversas.
As informações chegam acompanhadas de relatos de docentes e famílias sobre impactos no bem-estar escolar, no desempenho académico e na participação em atividades coletivas. A reportagem menciona a necessidade de políticas de educação inclusiva e de estratégias de prevenção para mitigar a escalada do ódio dentro dos recintos educativos.
Texto: Ana Tulha | Fotos: Leonel de Castro
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