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Infraestruturas de Portugal reabilita azulejos em sete estações ferroviárias

Infraestruturas de Portugal reabilita painéis de azulejos em sete estações das Linhas do Norte, Minho e Douro, num investimento de cerca de 226 mil euros para preservar o património público

Infraestruturas de Portugal reabilitou painéis de azulejos de sete estações ferroviárias
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  • A Infraestruturas de Portugal restaurou painéis de azulejos em sete estações das Linhas do Norte, Minho e Douro, incluindo Barqueiros, Caldas de Moledo e Peso da Régua (Linha do Douro).
  • Para além destas, foram intervencionadas as estações de Sintra e Esmoriz (Linha do Norte) e Contumil e Rio Tinto (Linha do Minho).
  • As intervenções resultaram de uma análise técnica ao património azulejar, com detecção de danos por vandalismo, perda de aderência e risco de queda de peças originais.
  • Os azulejos intervencionados são de décadas que vão de 1920 a 1990, fabricados em Sacavém, Viúva Lamego e Constância.
  • O custo total foi de cerca de 226 mil euros, executados ao longo de 2025 com técnicas de limpeza, colagem, consolidação, preenchimento, reintegração cromática e réplicas, no âmbito do plano de preservação do edificado.

A Infraestruturas de Portugal (IP) levou a cabo trabalhos de restauro e conservação de painéis de azulejos em sete estações ferroviárias das Linhas do Norte, Minho e Douro. O objetivo é preservar o património azulejar presente nas plataformas.

Entre as estações intervencionadas na Linha do Douro estão Barqueiros, Caldas de Moledo e Peso da Régua, nos concelhos de Mesão Frio e Peso da Régua, no distrito de Vila Real. Foram também contempladas Sintra e Esmoriz (Linha do Norte) e Contumil e Rio Tinto (Linha do Minho).

Os azulejos, produzidos nas décadas de 1920 a 1990, são de fábricas como Sacavém, Viúva Lamego e Constância. A IP identificou danos por vandalismo, perda de aderência e risco de queda, com potencial perda de elementos originais.

Estações intervencionadas

O conjunto de painéis alvo da intervenção abrange peças históricas de várias épocas, com a prioridade dada à preservação do conjunto como testemunho patrimonial das linhas históricas.

Metodologia e custo

O restauro consumiu cerca de 226 mil euros e decorreu ao longo de 2025, com mão de obra especializada. Seguiram-se, conforme o estado, procedimentos de limpeza, colagens, consolidações, reforços estruturais, preenchimentos e réplicas onde necessário.

Estas intervenções alinham-se com o plano de preservação do edificado da IP, assegurando a salvaguarda e valorização deste património público presente em muitas estações do país.

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