- O Governo pretende criar até 2027 centros de crise para crianças e jovens vítimas de violência sexual, em modelo “one stop shop”, com financiamento de 1 milhão de euros.
- O projeto, desenvolvido com a área da saúde, deverá ser implementado até ao início de 2027 e visa oferecer uma resposta imediata, especializada, multidisciplinar e confidencial.
- Vão ser alargadas as respostas de apoio psicológico para crianças e jovens em contexto de violência doméstica, com três novas respostas em Lisboa, Sintra, Amadora e Loures, assegurando cobertura nacional.
- Foi criada uma linha telefónica nacional gratuita, confidencial, multilingue e 24 horas por dia, com custo anual de 344 mil euros, para apoio a vítimas; pretende-se que esteja operacional até setembro, ligada às novas respostas.
- O Governo prevê investir 1 milhão de euros em respostas multidisciplinares para violência doméstica, criar uma linha de apoio técnico e financeiro com 80 mil euros para prevenção de práticas tradicionais nefastas e financiar onze organizações que trabalham, entre outros temas, em mutilação genital feminina e casamentos infantis, precoces ou forçados.
O Governo pretende criar até 2027 centros de crise para crianças e jovens vítimas de violência sexual, com financiamento já assegurado de 1 milhão de euros. O modelo será de “one stop shop”, congregando serviços num único local.
A iniciativa é desenvolvida em conjunto com a área da saúde e visa prestar uma resposta imediata, especializada, multidisciplinar e confidencial. O objetivo é implementar o projeto até ao início de 2027.
Parágrafo anterior: Investimentos e alargamento de respostas
A ministra anunciou também o alargamento de respostas de apoio psicológico para crianças e jovens em contexto de violência doméstica, com três novas respostas para Lisboa, Sintra, Amadora e Loures.
Centros de crise para violência sexual
A iniciativa de crise pretende cobrir todo o território com atendimento especializado, mantendo a confidencialidade, rapidez e integração de serviços de saúde, segurança social e apoio social.
Linhas e respostas de apoio
Foi criada uma linha telefónica nacional gratuita, disponível 24/7, confidencial e multilingue, com custo anual de 344 mil euros, visando apoiar todas as vítimas. A meta é que funcione até setembro juntamente com as novas respostas psicológicas.
Expansão do apoio psicológico e combate à violência
Além disso, o Governo prevê investir 1 milhão de euros em respostas multidisciplinares para vítimas de violência doméstica, com abordagem de tipo “one stop shop”.
Financiamento e áreas apoiadas
Foram financiadas onze organizações que atuam na prevenção de práticas nocivas, como mutilação genital feminina e casamentos infantis, precoces ou forçados, com apoio técnico e financeiro de 80 mil euros.
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