- A dor crónica acarreia custos humanos e, a nível económico, perdas significativas para doentes, famílias e sistemas de saúde.
- Alguns custos humanos são muito difíceis de quantificar.
- A pediatra Clara Abadesso, com experiência em cuidados intensivos, dedica-se também à prevenção e tratamento da dor infantil.
- A lombalgia é a dor crónica mais frequente e incapacitante, afetando um terço da população portuguesa.
- Existem várias formas de tratar a lombalgia, com impactos na vida pessoal e profissional.
A dor crónica acarreta custos humanos elevados e, a nível económico, traduz-se em perdas para doentes, famílias e sistemas de saúde. Alguns desses custos são difíceis de quantificar. A atualização jornalística revela impactos diretos e indiretos na vida de pessoas com dor prolongada.
Especialistas destacam a dimensão não apenas clínica, mas também social e familiar, aumentando a pressão sobre serviços de saúde e redes de apoio. A notícia procura apresentar dados e perspetivas que ajudem a entender o alcance da problemática.
A dor infantil também é alvo de atenção. A pediatra Clara Abadesso, com experiência em cuidados intensivos, trabalha na prevenção e tratamento da dor em crianças, que valoriza como negligenciada em muitas situações. A abordagem envolve avaliação adequada e estratégias apropriadas para cada caso.
Dor infantil: prevenção e tratamento
Abadesso reforça a importância de não subestimar o sofrimento de crianças e de evitar respostas que minimizem a dor. A profissional aponta métodos de avaliação adaptados à idade e opções de gestão que reduzem desconforto e ansiedade durante procedimentos médicos.
Lombalgia: a dor nas costas que mais custa
A lombalgia é a forma de dor crónica mais frequente e incapacitante a nível global. Em Portugal, cerca de um terço da população sente dor lombar, afectando a vida pessoal e profissional. Existem várias vias de tratamento, desde terapias físicas a abordagens médicas.
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