Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cirurgias adicionais custam mais de 600 milhões ao SNS

Despesa do SNS com cirurgias fora do horário ultrapassa 627 milhões de euros, com 678.884 intervenções em 42 Unidades Locais de Saúde

Cirurgias extras custam mais de 600 milhões ao SNS
0:00
Carregando...
0:00
  • O SNS gastou mais de 627 milhões de euros com cirurgias fora do horário normal de trabalho entre 2022 e 2024, um aumento de 212 milhões de euros face ao período anterior.
  • Os custos passaram de 415 milhões para mais de 627 milhões de euros, representando um crescimento de 51% no período analisado.
  • A auditoria da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abrangeu 42 Unidades Locais de Saúde (ULS).
  • Brag a, São João (Porto) e Santa Maria (Lisboa) foram as unidades com maior gasto, perfazendo juntos 20% do total e 126,8 milhões de euros.
  • Em conjunto, as 42 ULS analisadas realizaram 678.884 cirurgias fora do horário normal de trabalho.

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) gastou mais de 627 milhões de euros com cirurgias realizadas fora do horário normal entre 2022 e 2024, um aumento de 212 milhões face ao período anterior. O crescimento evidencia uma subida de 51% neste tipo de intervenção.

Os números resultam de uma auditoria da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) a 42 Unidades Locais de Saúde (ULS) do SNS. A análise incidiu sobre custos associados a cirurgias realizadas fora do horário de funcionamento habitual.

Hospitais de Braga, São João (Porto) e Santa Maria (Lisboa) aparecem entre os que registaram os maiores gastos, ocupando os primeiros lugares da lista. Em conjunto, estas três unidades representaram 20% da despesa total, tendo pago 126,8 milhões de euros às equipas envolvidas. No total, as 42 ULS avaliadas realizaram 678.884 cirurgias fora do horário.

Desempenho por unidades

A auditoria permitiu identificar a concentração de custos em alguns centros, com maior peso nos três hospitais mencionados. A análise detalha ainda a distribuição da despesa entre equipas e serviços, sem apresentar conclusões sobre políticas de gestão ou financiamento. Fonte: Correio da Manhã.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais