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Refugiados em Angola e Moçambique na Segunda Guerra ainda pouco conhecidos

Historiadora indica que a passagem e fixação de refugiados de regimes nazi e fascista em Angola e Moçambique durante a II Guerra Mundial ainda carece de investigação aprofundada

A historiadora Irene Flunser Pimentel
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  • A historiadora Irene Pimentel afirma que a passagem e fixação de refugiados de regimes nazi e fascista em Angola e Moçambique durante a segunda guerra mundial é um capítulo da história contemporânea ainda por investigar.
  • Segundo a especialista, esse fenómeno ocorreu nas antigas colónias portuguesas em África e exige uma investigação profunda.
  • A afirmação destaca a insuficiente investigação existente sobre este tema específico da história global.
  • A leitura sugere que grande parte da pesquisa sobre refugiados durante a segunda guerra mundial ainda não abordou este território africano.

A historiadora Irene Pimentel afirma que o tema dos refugiados de regimes nazi e fascista que passaram por Angola e Moçambique durante a Segunda Guerra Mundial ainda não recebeu o estudo aprofundado que merece. O foco é colocado nas antigas colónias portuguesas em África.

Segundo Pimentel, a maior parte da investigação sobre este fluxo de refugiados permanece por realizar, faltando dados e análises detalhadas sobre a passagem e a fixação dessas pessoas na região.

A pesquisadora acrescenta a importância de esclarecer como se deu a dinâmica entre refugiados, comunidades locais e autoridades coloniais, bem como as consequências sociais e históricas desse fenómeno para o período de guerra e para os anos subsequentes.

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