- Cinco dos 37 detidos na Operação Irmandade contra o grupo extremista 1143 ficaram em prisão preventiva, conforme revelado no Campus de Justiça este sábado.
- Os restantes 32 arguidos foram libertados; 29 obrigados a apresentar-se semanalmente na esquadra e três apenas com termo de identidade e residência.
- Entre os libertos está o agente da PSP detido na terça-feira, identificado como um dos membros da organização neonazi.
- Os arguidos são indiciados pela prática de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, ameaça e coação agravados, ofensas à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.
- Em atualização.
Cinco dos 37 detidos na Operação Irmandade, que visou o grupo extremista 1143, ficaram em prisão preventiva. As medidas cautelares foram tornadas públicas este sábado, no Campus de Justiça. A detenção decorreu no âmbito de investigações sobre atividades associadas ao grupo.
Os restantes 32 arguidos foram libertados. Desses, 29 ficam obrigados a apresentar-se semanalmente na esquadra, e três apenas com termo de identidade e residência. Entre os libertados está o agente da PSP detido na terça-feira, identificado como membro da organização neonazi.
Os arguidos estão indiciados, em termos gerais, de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, ameaça e coação agravadas, ofensas à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.
Medidas cautelares e próximos passos
A autoridade judiciária não divulgou detalhes adicionais sobre a tramitação processual, mas indicou que a decisão de prisão preventiva envolve riscos de fuga, de continuidade de crimes ou de perturbação da ordem pública.
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