- Cinco membros do grupo 1143 ficam em prisão preventiva na Operação Irmandade, conforme decisão do Tribunal Central de Instrução Criminal.
- Ao todo, trinta e sete pessoas foram detidas na operação.
- Um dos detidos é Gil “Pantera” Costa, ligado aos Quatro Mosqueteiros, indiciado por discriminação, incitamento ao ódio e violência.
- Rui Roque, ex-dirigente, deve apresentar-se semanalmente na polícia; 28 arguidos ficam proibidos de contactar os detidos sob prisão preventiva e entre si, enquanto Ana Rita Castro e João Peixoto podem contactar-se entre si por coabitação. No total, trinta e nove arguidos devem apresentar-se semanalmente? (Nota: manter apenas a informação essencial)
- Três arguidos ficam sob termo de identidade e residência; entre eles está um agente da PSP; a Força Aérea tem um militar sob coação de proibição de contactos com os presos e de apresentação regular.
Cinco membros do grupo 1143 ficaram em prisão preventiva, na sequência da Operação Irmandade. Ao todo, 37 indivíduos foram detidos pela investigação que envolve discriminação, incitamento ao ódio e violência.
O Tribunal Central de Instrução Criminal anunciou as prisões preventivas para os cinco arguidos. Entre eles está Gil “Pantera” Costa, ligado aos Quatro Mosqueteiros, e indiciado por discriminação, incitamento ao ódio e violência.
Detalhes das medidas restritivas
Outros arguidos, incluindo o ex-dirigente Rui Roque, ficam obrigados a apresentar-se semanalmente na polícia. A investigação foca crimes de discriminação e ameaça.
28 arguidos ficam proibidos de contactos com os detidos em prisão preventiva, e entre si. O casal Ana Rita Castro e João Peixoto, também do Chega, pode contactar-se por coabitação. Ao todo, 29 arguidos devem apresentar-se semanalmente no posto da área de residência.
Três arguidos, incluindo um agente da PSP, ficam sob termo de identidade e residência. A PSP indicou aguardar notícias sobre os crimes para avançar com procedimentos disciplinares. Um militar da Força Aérea ficou proibido de contactos com os visados e obrigado a apresentar-se semanalmente.
A Operação Irmandade investiga indícios de discriminação, incitamento ao ódio e à violência, ameaça e coação agravados, ofensas à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.
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