- Gabrielle Goliath, artista sul-africana, abriu um processo contra o ministro do Desporto, Artes e Cultura da África do Sul.
- O processo surge após o ministro ter decidido que não devia ser ela a representar a África do Sul na Bienal de Arte de Veneza.
- A decisão de substituição ocorreu depois de um comité independente ter escolhido Goliath para o pavilhão sul-africano.
- O ministro afirmou que o projecto não é “sensato” nem “defensável” para uma presença oficial no evento.
- O litígio está a decorrer nos tribunais, com a artista a contestar a decisão governamental.
Um tribunal recebeu esta semana uma ação movida pela artista sul-africana Gabrielle Goliath contra o ministro do Desporto, Artes e Cultura da África do Sul. A queixa questiona a decisão de afastá-la da representação do país na Bienal de Arte de Veneza.
Goliath tinha sido escolhida para representar a África do Sul no evento, após um processo de seleção conduzido por um comité independente. O comité justificou a escolha com base no mérito artístico do projecto apresentado.
O ministro, por sua vez, decidiu que o projecto não era “sensato” nem “defensável”, o que motivou a recusa de incluir a artista no pavilhão sul-africano. A ação judicial contesta essa decisão administrativa.
A artista e a equipa envolvida não se pronunciaram publicamente sobre o processo. O caso está nos tribunais, com possíveis impactos na participação oficial sul-africana na bienal.
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