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Morreu Orlando Raimundo, antigo jornalista do Expresso

Morreu aos 77 anos o jornalista e historiador Orlando Raimundo, antigo Expresso, fundador do Cenjor e autor de obras sobre o Estado Novo

Morreu Orlando Raimundo, antigo jornalista do Expresso
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  • Morreu na terça-feira Orlando Raimundo, jornalista, historiador do Estado Novo e antigo repórter do Expresso, aos 77 anos, devido a doença prolongada.
  • Ao longo de mais de três décadas de carreira, destaca-se os vinte anos no Expresso; antes esteve no O Século e no Diário Popular.
  • Foi autor de obras sobre o Estado Novo, como O Último Salazarista, António Ferro, o Inventor do Salazarismo, e A Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo, pela Dom Quixote.
  • Licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais, estudou jornalismo em Paris e Tóquio e fez pós-graduação no ISCTE; contribuiu para lançar o primeiro jornal da Guiné-Bissau livre e independente.
  • Foi um dos fundadores do Cenjor e formador; foi descrito como alguém que não se conformava com a forma como a imprensa regional era manobrada por interesses instalados.

Orlando Raimundo, jornalista e historiador do Estado Novo, faleceu aos 77 anos após doença prolongada. A notícia foi avançada na terça-feira por fontes locais, com a confirmação de falecimento neste período.

Ao longo de mais de três décadas, Raimundo atuou como jornalista e deixou um registo de investigação histórica sobre o Estado Novo. Foi autor de títulos como O Último Salazarista, A Outra Face de Américo Thomaz, António Ferro, o Inventor do Salazarismo e A Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo, editados pela Dom Quixote.

Licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais, Raimundo estudou jornalismo em Paris e Tóquio e fez pós-graduação no ISCTE. Contribuiu para o lançamento do primeiro jornal independente da Guiné-Bissau. Antes de entrar no Expresso, onde ficou 20 anos, foi repórter do O Século e escreveu para o Diário Popular, incluindo a cobertura do 25 de Abril.

Trajetória profissional e legado

Foi um dos fundadores do Cenjor e desempenhou o papel de formador nesse centro de formação de jornalistas. O Mirante descreve-o como alguém que frequentemente se posicionou do lado daqueles que não aceitavam a manipulação por interesses instalados na imprensa regional e local.

A imprensa portuguesa perde um correspondente com uma visão crítica sobre a estrutura mediática e um historiador que dedicou parte do seu trabalho a analisar o período do Estado Novo.

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