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Gémeas de um ano desaparecem durante travessia no Mediterrâneo

Gémeas de 1 ano são dadas como desaparecidas após travessia no Mediterrâneo; sessenta sobreviventes, incluindo a mãe, foram resgatados em Lampedusa durante a tempestade

Gémeas de um ano desaparecidas durante travessia do Mediterrâneo
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  • Duas gémeas de um ano foram dadas como desaparecidas no mar durante a travessia do Mediterrâneo, a bordo de uma embarcação que tentava chegar à ilha italiana de Lampedusa, segundo a Save the Children.
  • Cerca de sessenta pessoas foram resgatadas e colocadas em segurança em Lampedusa, incluindo a mãe das gémeas; um homem morreu após o desembarque.
  • A embarcação tinha partido da Tunísia e enfrentou um mar muito agitado durante pelo menos três dias, agravado pela tempestade Harry.
  • Entre os sobreviventes estavam 22 menores não acompanhados e outras duas crianças; a rota Central do Mediterrâneo ligaTunísia, Argélia e Líbia à Itália e Malta.
  • A Save the Children pediu vias regulares e seguras e um sistema de busca e salvamento coordenado no Mediterrâneo, destacando o grande número de mortes e desaparecimentos desde 2024.

Duas gémeas de um ano desapareceram na travessia do Mediterrâneo, durante uma tempestade, segundo a organização Save the Children. O barco procurava chegar à ilha italiana de Lampedusa, com origem na Tunísia.

Cerca de 60 pessoas foram resgatadas e colocadas em segurança em Lampedusa na quinta-feira, incluindo a mãe das gémeas. Um homem morreu após o desembarque, segundo a ONG.

A embarcação seguia numa rota do Mediterrâneo Central e enfrentou condições muito difíceis durante vários dias, agravadas pela tempestade Harry que varreu a região.

A Save the Children informou que os sobreviventes incluíam 22 menores não acompanhados e duas crianças, que chegaram em estado de aflição física e psicológica. O barco partiu da Tunísia.

A organização reiterou o apelo por vias regulares e seguras para a Europa e por um sistema de busca e salvamento coordenado no Mediterrâneo. O objetivo é reduzir mortes e desaparecimentos.

A diretora de relações institucionais da Save the Children, Giorgia D’Errico, afirmou que não se pode permanecer em silêncio perante a perda de vidas humanas, incluindo crianças, que persiste há anos.

Segundo a Organização Internacional para as Migrações, a rota do Mediterrâneo Central continua entre Tunísia, Argélia e Líbia para Itália e Malta, uma das mais mortais do mundo.

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