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Vitamina C, D, zinco e selénio são aliados da gripe sazonal

Nutrição recomenda vitamina C, D, zinco e selénio para a imunidade; hidratação e caldos caseiros ajudam durante a gripe, com mortalidade acima do esperado permanecendo alta

Prioridades na prevenção e tratamento de gripe que podem ser feitos com alimentação
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  • Nutrientes como vitamina C, vitamina D, zinco e selénio ajudam a resposta imunitária; privilegiar citrinos, kiwi, peixe gordo, ovos, marisco, leguminosas e frutos secos.
  • Alimentos fermentados, iogurte natural e kefir ajudam a manter o intestino saudável, peça-chave da imunidade; evitar excesso de açúcar, álcool e ultraprocessados.
  • Quando se está adoentado, a prioridade é hidratar, manter conforto digestivo e reduzir inflamação com água, chás e sopas; caldos caseiros ajudam na reposição de líquidos e minerais.
  • Na semana de 5 a 11 de janeiro, Portugal registou menos casos de gripe e redução de internamentos em cuidados intensivos, mas a mortalidade por todas as causas manteve-se acima do esperado, segundo o INSA.
  • Desde o começo da época, 29 de setembro de 2025, foram notificadas 66.524 infeções respiratórias e 13.244 casos de gripe; na semana analisada foram detetados 753 casos positivos de gripe e 9,2% da gripe encontrava-se em cuidados intensivos.

As gripes e constipações são tema recorrente do inverno em Portugal. Nutricionista Joana Martins sublinha que nutrientes como vitamina C, vitamina D, zinco e selénio ajudam a resposta imunitária. Privilegie citrinos, kiwi, peixe gordo, ovos e leguminosas.

Alimentos fermentados, iogurte natural e kefir também entram no foco, pois favorecem o intestino. Uma dieta equilibrada funciona como primeira linha de defesa. Evite excessos de açúcar, álcool e ultraprocessados.

Quando já há doença, a prioridade é manter a hidratação e reduzir a inflamação. Recomendam-se água, chás e sopas. Caldos caseiros ajudam na reposição de líquidos e minerais, atenuando congestão. Gengibre e mel ajudam a aliviar tosse e dor de garganta.

Evolução epidemiológica da gripe

Na última semana, Portugal registou queda de casos de gripe e menor pressão em cuidados intensivos, segundo o INSA. Mantêm-se, porém, números acima do esperado noutros indicadores de mortalidade.

Desde o início da época gripal, a 29 de setembro de 2025, a Rede Portuguesa notificou 66.524 infeções respiratórias e 13.244 gripes. Na semana 5-11 janeiro foram identificados 753 casos de gripe, menos que a primeira semana de janeiro.

A proporção de gripe em unidades de cuidados intensivos ficou em 9,2% nesta semana, face a 19,1% na anterior. Foram reportados 11 casos de gripe por 13 UCI que enviaram dados. Quatro doentes tinham 65+ anos.

Desde o começo da época, 130 casos de gripe foram trabalhados pelas UCI. O vírus influenza A(H1) esteve presente em 8 casos, A(H3) em 13, e o A não subtipado em 109. A maioria dos casos tinha doença crónica subjacente.

A taxa de SARI manteve-se estável, com 80 admitidos em unidades locais de saúde, correspondendo a 10,3 por 100 mil habitantes. Os idosos (65+) registaram maior incidência; crianças 0-4 anos mostraram queda recente.

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