- Em 2026, as exposições internacionais destacam a pintura, sem esquecer outras artes.
- O roteiro combina nomes consagrados com propostas menos óbvias, prometendo variedade.
- Um foco especial recai sobre Catharina van Hemessen, apresentada como “uma pintora entre pintores”.
- Destaca-se o pormenor de Catharina van Hemessen (1548), o primeiro auto-retrato de um artista a trabalhar no cavalete.
- O programa inclui referências a uma tapeçaria fascinante e à cama desfeita de Tracey Emin.
Um ano de 2026 promete uma agenda internacional de exposições com foco principal na pintura, sem excluir outras formas de expressão artística. O cartaz inclui nomes de referência e propostas que permitem conhecer artistas emergentes e consagrados.
Entre os destaques, está a apresentação de Catharina van Hemessen, pintora do século XVI. A programação relembra o seu papel histórico ao retratar-se pela primeira vez a pintar diante de um cavalete, em uma obra emblemática datada de 1548.
A oferta de exposições atravessa várias cidades e museus, com mostras que combinam pintura, tapeçaria e instalações contemporâneas. A diversidade de meios visa oferecer uma visão abrangente da evolução artística ao longo dos séculos.
Catharina van Hemessen: pioneira do auto-retrato
A mostra dedicada à pintora reúne uma reprodução de detalhes da obra de 1548, destacando o auto-retrato no cavalete. O conjunto analisa o contexto histórico e o impacto da artista na tradição do retrato.
Além de Van Hemessen, a programação contempla peças de tapeçaria de alto valor histórico e trabalhos de artistas contemporâneos. A curadoria pretende evidenciar a continuidade entre técnicas antigas e práticas atuais.
Registo de obras contemporâneas
Entre as obras em apresentação, destaca-se a referência a peças históricas que dialogam com criações modernas. A curadoria aponta a relevância de compreender como desenho, pintura e têxtil se interligam na narrativa visual do século XXI.
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