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ASPP/PSP decide avançar com protestos contra o Governo

ASPP/PSP avança protestos contra Governo por falha no acordo de valorização; ações previstas no Aeroporto de Lisboa, Assembleia da República e MAI

Forças polícias acusam Governo de incumprir com o que foi acordado em 2024
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  • A ASPP/PSP anunciou uma concentração de protesto para 29 de janeiro junto ao Aeroporto de Lisboa, acusando o Governo de não cumprir o acordo de valorização das carreiras de 2024.
  • Em fevereiro vão realizar ações em diversos comandos, com o levantamento de debilidades, condições de trabalho e violações de direitos para exposição pública posterior.
  • A direção também planeia uma concentração durante um Conselho de Ministros e a permanência de polícias nas galerias da Assembleia da República durante um debate quinzenal.
  • A ASPP/PSP acusa a falta de seriedade do Governo, citando ausência de respostas após os protestos junto à residência oficial do primeiro-ministro e apontando para desvalorização salarial, bloqueio de pré-aposentações e cortes de folgas.
  • Diz manter disponibilidade para se reunir com o Governo (desde que cumpra a palavra dada e apresente uma proposta concreta) e, se a linha não mudar, avançar com concentrações em eventos nacionais, protestos junto ao Ministério da Administração Interna (MAI) e uma manifestação a nível nacional.

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) decidiu realizar uma concentração de protesto no dia 29 de janeiro junto ao Aeroporto de Lisboa. O objetivo é exigir o cumprimento do acordo de valorização das carreiras, celebrado em 2024, segundo o sindicato.

A aspiração da direção é também denunciar a falta de respostas do Governo em relação ao acordo, após protestos realizados no fim de 2023 junto à residência do Primeiro-Ministro. A ASPP/PSP acusa o Executivo de desvalorizar os profissionais e de corte de direitos.

Em fevereiro, o sindicato planeia ações em vários comandos, com foco em debilidades, condições de trabalho e violações de direitos, a anunciar em breve. Existem ainda planos para manter polícias nas galerias da Assembleia durante um debate quinzenal.

Contexto

A ASPP/PSP informou que, caso o Governo não mude a posição, serão elegidas concentrações em eventos de relevo nacional, protestos junto ao Ministério da Administração Interna e uma manifestação a nível nacional.

Próximos passos

A direção mantém disponibilidade para dialogar, desde que haja propostas concretas sobre o que foi acordado em julho de 2024. Sem alterações, o sindicato prevê novas ações de mobilização.

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