- A dor crónica afeta mais de três milhões de pessoas em Portugal.
- O problema acentua as desigualdades sociais.
- Tem um impacto económico significativo devido a vários custos associados.
- As informações chegam através do médico anestesiologista Nuno Franco.
A dor crónica afeta mais de três milhões de pessoas em Portugal, segundo avaliação de especialistas. O fenómeno aumenta as desigualdades sociais e representa um encargo económico relevante para o país. A análise evidencia custos diretos e indiretos associados a esta condição.
O médico anestesiologista Nuno Franco alerta para o peso da dor crónica na qualidade de vida e na produtividade. A persistência de sintomas condiciona a mobilidade, o acesso a tratamentos e a integração no mercado de trabalho. O impacto é transversal a várias faixas etárias.
Apesar de não fornecer dados oficiais amplos, o estudo identifica várias frentes de custo: cuidados de saúde, baixa laboral e encargos sociais. O objetivo é lançar luz sobre a necessidade de políticas de prevenção, diagnóstico precoce e gestão integrada.
Impacto económico e social
Intervenções precoces e abordagens multidisciplinares são mencionadas como potenciadoras de menor dispêndio a longo prazo. A dor crónica requer recursos diferenciados, desde terapias farmacológicas até reabilitação e apoio psicossocial. A continuidade de cuidados é apontada como crucial.
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