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Morre Eva Schloss-Geiringer, sobrevivente de Auschwitz

Morre Eva Schloss-Geiringer, sobrevivente de Auschwitz e cofundadora da Fundação Anne Frank, reconhecida pela coroa pela sua luta contra o antissemitismo

Após a libertação, a sobrevivente mudou-se para a Inglaterra, onde casou e teve três filhas
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  • Eva Schloss-Geiringer, sobrevivente do Holocausto e enteada de Otto Frank, morreu aos 96 anos no sábado, anunciou a Anne Frank Trust UK.
  • A fundação descreveu a perda como “grande tristeza” e destacou o seu trabalho pela memória, compreensão e paz.
  • A coroa britânica reagiu, com o rei Charles e a rainha Camilla a enfatizarem a bondade, a coragem, a compreensão e a resiliência de Eva.
  • Nascida em Viena, em 1929, fugiu para Amesterdão em 1938 e, deportada para Auschwitz em 1944, construiu depois a vida no Reino Unido como fotógrafa.
  • Em 1990 tornou-se cofundadora da Fundação Anne Frank, promovendo a educação contra o anti-semitismo e partilhando a sua história após longos anos de silêncio.

Eva Schloss-Geiringer, sobrevivente do Holocausto e enteada do pai de Anne Frank, morreu aos 96 anos no sábado, anunciou a Anne Frank Trust UK. A instituição descreveu a notícia como uma grande tristeza e destacou o legado de Eva na educação contra o antisemitismo.

A família recebeu a informação com pesar e recordou o percurso de Eva, que viveu em silêncio durante décadas antes de partilhar a sua história. Eva foi deportada para Auschwitz em 1944 e, após a libertação, mudou-se para o Reino Unido, onde se tornou fotógrafa.

Reações da realeza e legado

O Rei Carlos e a rainha Camila responderam à notícia, lembrando a bondade, coragem, compreensão e resiliência de Eva. O monarca destacou, numa nota publicada nas redes, que foi um privilégio conhecê-la e que a memória de Eva é uma bênção para todos.

Nascida em Viena em 1929, Eva fugiu da perseguição nazi para Amesterdão em 1940. Em 1944 foi deportada para Auschwitz, onde o pai e o irmão não sobreviveram. No Reino Unido casou-se com Zvi Schloss e teve três filhas, seguindo carreira de fotógrafa.

Trajetória e ativismo

Após décadas em silêncio, Eva tornou-se cofundadora da Fundação Anne Frank, em 1990, e presidente honorária. Participou em conferências e publicou obras como Rapariga de Auschwitz e Depois de Auschwitz, promovendo educação sobre memória e paz.

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