- Mais de 200 mil pessoas estiveram na exposição dedicada a Maria Helena Vieira da Silva, patente no Museu Guggenheim de Bilbau.
- No conjunto da programação de 2025, o museu registou 1,3 milhões de entradas, sendo a mostra com 201.589 visitantes desde outubro.
- A exposição analisa a evolução da linguagem visual da artista, cobrindo momentos da carreira desde a década de 1930 até aos anos oitenta.
- O programa paralelo inclui o documentário VIEIRARPAD, a ser projetado nos dias 30 e 31 de janeiro, e várias visitas guiadas; a exposição fica aberta até 22 de fevereiro.
- O museu relembra as ligações de Vieira da Silva a Peggy Guggenheim e a Solomon R. Guggenheim; a artista viveu em Paris, teve exílio no Brasil e adquiriu cidadania francesa.
O Museu Guggenheim de Bilbau anunciou que a exposição dedicada a Maria Helena Vieira da Silva já recebeu mais de 201 mil visitantes desde a inauguração, em outubro. A mostra faz parte da programação de 2025, que soma 1,3 milhão de entradas.
A exposição analisa em profundidade a evolução da linguagem visual da pintora, cobrindo momentos da carreira desde a década de 1930 até ao fim dos anos 1980. Cada secção aborda uma fase da obra e da vida, incluindo a relação com Arpad Szenes.
A mostra investiga também o estúdio-ateliê da artista, a passagem pelo Rio de Janeiro e o regresso a Paris, bem como o papel do xadrez na sua prática artística. O objetivo é situar o percurso criativo ao longo do tempo.
O que está em exibição
A exposição fica em Bilbau até 22 de fevereiro e inclui um programa paralelo de iniciativas. Entre estas, destaca-se a projeção do documentário VIEIRARPAD, de João Mário Grilo, nos dias 30 e 31 de janeiro.
Além disso, o museu também apresenta visitas guiadas, para aprofundar o entendimento da obra de Vieira da Silva e da sua colaboração com Peggy Guggenheim e Solomon R. Guggenheim.
Maria Helena Vieira da Silva nasceu em Lisboa (1908) e consolidou a carreira em Paris, onde conheceu Arpad Szenes. A cidadania francesa chegou durante a II Guerra Mundial, após um período no Brasil.
A lista de instituições que acolheram a obra da artista inclui o Centre Pompidou, MoMA, Guggenheim de Nova Iorque, Tate de Londres, Thyssen em Madrid e outras. A Fundação Arpad Szenes – Maria Helena Vieira da Silva promove o estudo do legado.
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