Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Peritos da ONU preocupados com ativistas pró-Palestina em greve de fome

Peritos da ONU alertam para deterioração da saúde de oito ativistas pró-Palestina em greve de fome no Reino Unido, com risco de falência de órgãos e danos neurológicos

Peritos da ONU preocupados com ativistas pró-Palestina em greve de fome
0:00
Carregando...
0:00
  • Peritos da ONU expressaram preocupação com a saúde de oito ativistas pró-Palestina detidos no Reino Unido, que cumprem uma greve de fome desde 02 de novembro.
  • A relatora especial para os Territórios Palestinianos, Francesca Albanese, alertou para deterioração significativo da saúde após quase dois meses sem alimentação, com risco de falência de órgãos, danos neurológicos irreversíveis ou arritmias cardíacas.
  • Os especialistas destacaram a necessidade de acesso atempado a cuidados de emergência e hospitalares, rejeitando ações que possam configurar coação ou retaliação.
  • Subiram ainda preocupações sobre o tratamento dos grevistas, incluindo atrasos no atendimento médico, uso excessivo de contenção, proibição de contacto com familiares e advogados e ausência de supervisão médica independente.
  • Quatro ativistas pertencem à Palestine Action; a greve é descrita como a mais prolongada no sistema prisional britânico desde 1981. Entre os grevistas estão Amy Gardiner-Gibson, 30 anos, e Qesser Zuhrah, 20 anos, com mais de 50 dias sem comer.

Oito ativistas pró-Palestina detidos no Reino Unido estão em greve de fome desde 2 de novembro. Peritos em direitos humanos da ONU manifestaram preocupação com o estado de saúde dos detidos, em especial devido à duração da jejum. A ação ocorre num contexto de protestos contra restrições de comunicação e visitas.

Entre os peritos, destaca-se a relatora especial para os Territórios Palestinianos, Francesca Albanese. A comunidade de especialistas alerta para riscos de falência de órgãos, danos neurológicos irreversíveis e arritmias cardíacas, caso não haja intervenção clínica atempada.

As autoridades são instadas a garantir acesso oportuno a cuidados de urgência, evitando ações de coação ou retaliação. Também se aponta para atrasos no atendimento médico, uso excessivo de contenção, impedimento de contacto com familiares e advogados, e falta de supervisão médica independente.

Condições de detenção e protesto

Quatro ativistas pertencem à Palestine Action e mantêm greves em prisões distintas. A greve é descrita como a mais longa no sistema prisional britânico desde 1981, associada a políticas de restrição de correspondência, chamadas e visitas, bem como à ilegalização do grupo.

Os grevistas reivindicam o encerramento de empresas ligadas ao setor militar com ligações a Israel e a libertação sob fiança dos detidos. Entre os que já ultrapassaram 50 dias sem ingestão de alimentos estão Amu Gib, de 30 anos, e Qesser Zuhrah, de 20.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais