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Pais recorrem à IA para lidar com os filhos, revela JN

Quase metade de pais utiliza IA para ajudar os filhos: 45% em tarefas de casa, 39% em atividades e leituras por idade, e 34% para entender estágios de desenvolvimento

Dos trabalhos de casa à saúde mental, veja o que mais leva mães e pais a usarem a Inteligência Artificial na educação dos filhos
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  • Um estudo com cinco mil adultos aponta que 45% recorrem à IA para tarefas de casa dos filhos.
  • Outras utilizações incluem 39% para atividades de entretenimento e escolhas de livros consoante a idade.
  • 34% dos pais e mães recorrem à IA para compreender os estágios de desenvolvimento das crianças.
  • 29% usam bots para apoio de saúde mental e bem‑estar emocional dos filhos.
  • 33% consideram vir a recorrer à IA no futuro para temas sensíveis como bullying, luto, relacionamentos ou puberdade.

Quase metade dos pais recorrem à Inteligência Artificial (IA) para ajudar os filhos, sobretudo para tarefas de casa, segundo um estudo com 5.000 adultos. Entre os temas mais procurados estão os TPC, atividades e escolhas de livros por idade.

O levantamento, realizado pela OnePoll para a 72Point, mostra que 45% dos pais usam IA para tarefas domésticas relacionadas com os filhos, e 39% para sugestões de atividades ou leituras adaptadas à idade. Outros 34% procuram entender os estágios de desenvolvimento.

Além disso, 29% recorrem a bots para apoio de saúde mental dos filhos, e 33% consideram usar IA no futuro. Quase três em cada dez pais dizem buscar ajuda da IA para lidar com situações difíceis envolvendo os filhos.

Uso e limites da IA

Os resultados indicam que a IA pode oferecer respostas rápidas a dúvidas complexas como bullying, luto ou puberdade, facilitando o diálogo entre pais e filhos, segundo o relatório. Contudo, especialistas ressaltam a necessidade de validar informações com fontes confiáveis e profissionais.

Segundo o estudo, 40% dos participantes afirmam que a IA pode complementar, não substituir, o aconselhamento de familiares, amigos ou profissionais. A recomendação é manter o discernimento crítico e confirmar dados antes de aplicar soluções.

A pesquisa evidencia ainda que mães e pais valorizam a IA como ferramenta de apoio para questões sensíveis, incluindo mudanças comportamentais, temas académicos e saúde emocional. O uso responsável depende de supervisão e de consulta a fontes humanas.

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