- Mais de meio milhão de crianças teve acesso à educação inclusiva graças à resposta conjunta com o Governo e parceiros, incluindo aulas presenciais seguras e reforço educativo.
- Quase um milhão de crianças estuda remotamente devido às hostilidades e à falta de abrigo adequado.
- Desde 24 de fevereiro de 2022, 2.800 centros educativos foram destruídos ou danificados, com possibilidade de o número ser ainda maior.
- 4,6 milhões de crianças ucranianas enfrentam barreiras educacionais neste ano letivo.
- O UNICEF pediu proteção das escolas e continuidade do apoio internacional ao sistema educativo da Ucrânia, qualificado como investimento essencial no futuro das crianças.
O UNICEF aponta que as escolas na Ucrânia devem continuar a funcionar como espaços protegidos, oferecendo aprendizagem em segurança mesmo durante a guerra. O órgão destaca o papel da educação na normalidade e no desenvolvimento infantil, com apoio social e socialização entre alunos e professores.
Segundo o relatório, 2.800 centros educativos foram destruídos ou danificados desde a invasão em 24 de fevereiro de 2022, com a possibilidade de esse número ser ainda maior. Além disso, 4,6 milhões de crianças enfrentam barreiras educacionais neste ano letivo, e quase um milhão estuda a partir de casa devido às hostilidades e à falta de abrigo adequado.
Apesar das dificuldades, a UNICEF celebra avanços: mais de meio milhão de crianças teve acesso a uma educação inclusiva mediante a resposta conjunta com o Governo e parceiros, incluindo aulas presenciais seguras e reforço educativo para recuperar aprendizagens. O organismo insiste na proteção das escolas e no direito à educação mesmo em tempo de guerra, apelando à continuidade do apoio internacional.
Impacto atual
As escolas da linha da frente continuam encerradas ou com operações limitadas, impactando o alcance de ensino presencial e serviços essenciais. A educação não formal também tem sido usada como complemento para manter crianças em atividade educativa, quando possível.
Resposta institucional
A UNICEF reforça que a proteção de espaços educativos é uma obrigação e que investir na educação infantil é fundamental para o futuro do país, contando com o apoio contínuo da comunidade internacional.
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