- Valério Romão, nascido em mil novecentos setenta e quatro, lança a primeira parte de O Desfufador após sete anos sem publicar romance.
- O autor, conhecido pela trilogia Paternidades falhadas (Autismo, O da Joana e Cair para Dentro), deixou temas de doença, morte e dramas familiares para apostar no humor e no escárnio.
- O Desfufador aparece como um carrossel de peripécias burlescas.
- A obra é descrita como politicamente incorrectíssima, recorrendo a linguagem provocatória.
- O regresso de Romão ao romance marca uma mudança de tom, centrando-se no riso em vez de temas pesados.
O autor da trilogia das paternidades falhadas — Autismo, O da Joana e Cair para Dentro — retorna ao terreno literário após sete anos sem publicações, com a primeira parte de O Desfufador. A obra surge como um carrossel de peripécias burlescas, descritas como politicamente incorretíssimas e carregadas da linguagem que o texto propõe explorar.
Valério Romão, nascido em 1974, é o criador das obras anteriores citadas. O novo trabalho marca o seu regresso ao romance, após um hiato de anos dedicado a outros projetos, mantendo o tom provocativo que o caracteriza.
A descrição oficial aponta para uma viragem em relação aos temas pesados do passado, como doença, morte e dramas familiares. O Desfufador promete humor ácido e sátira, explorando o que há dentro das peripécias narrativas com uma linguagem franca e sem concessões.
Novidade editorial
O lançamento do primeiro pé de O Desfufador é apresentado como um carrossel de episódios que desafiam convenções, mantendo a marca de humor ácido associada ao autor. A receção editorial ainda não se encontra amplamente divulgada.
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