- Noite do Circo chega à terceira edição em Santa Maria da Feira, com o microfestival a ocorrer no Museu de Santa Maria de Lamas nos dias 14 e 15 de novembro.
- Todos os bilhetes gratuitos na plataforma BOL esgotaram em sete horas, com possibilidade de desistências.
- A programação inclui seis propostas de circo contemporâneo, de nove artistas de sete nacionalidades, integrando a mostra internacional La Nuit du Cirque.
- Destacam-se peças como Isla of Flightless Birds, com mastro chinês, e Parblex, dupla francesa de circo de precisão.
- Nova aposta deste ano é o Circo sem Idade, com mediação junto de idosos da Associação Bem-Estar de Santa Maria de Lamas, com vídeo documental previsto para exibição.
Vai para a terceira edição, a Noite do Circo já conquistou o público de Santa Maria da Feira. O microfestival realiza-se nos dias 14 e 15 de novembro, no Museu de Santa Maria de Lamas, e os bilhetes gratuitos esgotaram na plataforma BOL em sete horas.
Este ano incluem seis propostas de circo contemporâneo, integrando a programação internacional La Nuit du Cirque. O conjunto de artistas trabalha várias técnicas, desde contorção e manipulação de objetos até circo de precisão, malabarismo, acrobacia, dança, arame, mastro chinês e vídeo documental.
A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira adianta que o festival reúne nove artistas de sete nacionalidades, com o objetivo de valorizar o circo contemporâneo em Portugal. Além das performances, há também um novo projeto de mediação, Circo sem Idade, com participação de idosos da região.
Isla of Flightless Birds é uma das criações em foco, com estreia marcada para Lamas. O grupo inclui Tyasa Dobravez, artista eslovena, e Fernando Nogueira, brasileiro, que residem em Portugal. O espetáculo Parblex, da dupla francesa Jean-Paul Lefeuvre e Didier André, destaca o circo de precisão e o humor.
A programação é dividida em três blocos: sexta-feira à noite, sábado à tarde e sábado à noite. A iniciativa também oferece oportunidade para conhecer o Museu de Santa Maria de Lamas, que fixa-se como espaço museológico com acervo de arte sacra, arte decorativa, pintura, escultura e arqueologia industrial.
O museu foi construído na década de 1950 e ampliado ao longo dos anos. Em 2018, foi reconhecido pelo Ministério da Cultura pela sua valia cultural, integrando a Rede Portuguesa de Museus.
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