- Lisboa tem 86 pontos oficiais de encontro para catástrofes, com capacidade para acolher mais de 600 mil pessoas, criados a partir de uma análise de risco da proteção civil municipal.
- Existe a plataforma LXResist com os passos preventivos que os cidadãos devem seguir para se proteger em caso de emergência.
- Os lisboetas podem receber SMS da proteção civil municipal com alertas específicos para a cidade, mediante o envio de AVISOSLX para o número 927944000; estes avisos não substituem os emitidos a nível nacional.
- A apresentação ocorreu na Câmara Municipal de Lisboa, dois dias antes do 269.º aniversário do grande terramoto de Lisboa de 1755; o presidente da Câmara, Carlos Moedas, destacou a preparação da cidade.
- A proteção civil municipal incentiva conhecer o ponto de encontro mais próximo de casa, trabalho ou escola, ter um plano de emergência familiar e um kit de 72 horas com água, alimentos, iluminação, higiene e documentos.
Lisboa criou 86 pontos oficiais de encontro para uso imediato em caso de catástrofe. A medida foi anunciada pela Câmara Municipal de Lisboa, esta quarta-feira, juntamente com uma plataforma online de prevenção. O objetivo é orientar cidadãos sobre onde se deslocar e como agir.
Além dos pontos de encontro, a cidade lançou a plataforma LXResist, que reúne passos preventivos para proteção de moradores e trabalhadores. Também é possível receber alertas por SMS direcionados à cidade de Lisboa, mediante inscrição com a palavra AVISOSLX para o número 927944000.
A apresentação decorreu na Câmara Municipal de Lisboa, a dois dias do aniversário do grande terramoto de 1755 que teve lisboetas como vítimas. A administração municipal pretende reforçar a preparação para sismos, cheias, incêndios e tsunamis.
Os 86 pontos de encontro agregam capacidade superior a 600 mil pessoas e foram criados a partir de uma análise de risco da Proteção Civil municipal. A localização abrange todas as freguesias da cidade.
Para encontrar o ponto mais próximo, os lisboetas podem consultar informações oficiais sobre os locais de encontro, sem depender apenas de avisos nacionais. O funcionamento é pensado para encaminhar rapidamente para uma Zona de Concentração e Apoio à População.
A diretora municipal de Proteção Civil, Margarida Castro Martins, explicou que, a partir do ponto seguro mais próximo, as pessoas aguardam a presença de agentes de proteção civil e de entidades parceiras, até encaminhamento adequado.
A obra de drenagem de Lisboa, incluindo túneis para evitar cheias, encontra-se a meio da implementação, segundo o presidente da Câmara, Carlos Moedas. A atenção tem sido voltada para mitigação de impactos em eventos extremos.
A plataforma LXResist ficará operativa já, oferecendo orientação sobre como mitigar danos com base no tipo de edificação em Lisboa. O objetivo é ensinar a proteger a casa, organizar um plano de fuga familiar e preparar um kit de emergência.
Para as famílias, a proteção civil municipal recomenda que os residentes conheçam os pontos mais próximos de casa, trabalho e escola dos filhos, elaborem um plano familiar e preparem um kit de 72 horas com itens básicos. O kit deve incluir água, alimentos, iluminação, rádio, manta, higiene, medicamentos e documentos.
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