- O festival A Porta, em Leiria, regressa por cinco dias com o lema “Tudo o que o vento não levou”.
- A edição de 2026 foi afetada pela tempestade Kristin, que devastou a região no Inverno, mas a organização conseguiu (re)erguer o evento.
- A programação combina música e outras artes, ocupando ruas e edifícios abandonados da cidade.
- A iniciativa mantém o objetivo de devolver vida a espaços esquecidos, mesmo após o revés causado pela tempestade.
- O festival decorre de quarta-feira a domingo, trazendo novamente atividades à cidade de Leiria.
O festival A Porta abre-se à música e a outras artes em Leiria, entre quarta-feira e domingo, para dar resposta à tempestade Kristin que devastou a região. O objetivo é manter viva a programação artística que ocupa ruas e edifícios abandonados, devolvendo-lhes dinamismo.
Durante cinco dias, o festival percorre a cidade, ocupando espaços históricos e locais esquecidos. O lema da edição deste ano é «Tudo o que o vento não levou», afirmando a resistência cultural frente à devastação causadas pela tempestade.
A organização conseguiu reerguer a edição de 2026 após o repentino impacto da tempestade a 29 de janeiro. Leiria mantém o foco na cooperação entre artistas, residentes e espaços públicos alternativos, que continuam a acolher espetáculos e exposições.
Resiliência da cidade
A agenda inclui apresentações musicais e intervenções artísticas, com programação adaptada aos espaços disponíveis. O festival continua a valorizar a participação comunitária, mantendo o carácter de ocupação criativa das ruas e edifícios degradados.
As entidades organizadoras asseguram que a edição mantém o espírito original: transformar lugares esquecidos da cidade em palco vivo. A iniciativa é descrita como uma resposta cultural à tragédia, promovendo encontro entre público e criadores.
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