- Laurie Anderson, uma das mais fascinantes narradoras do nosso tempo, diz que vivemos tempos surreais e que os artistas não têm qualquer hipótese.
- A artista volta a Portugal com o espetáculo Republic of Love e lançou o álbum Let X=X.
- Em entrevista, a conversa passou por Trump, Lou Reed e budismo.
- Laura Philips Anderson, muitas vezes associada a Laurie Anderson, afirma ter ficado originalmente fora de planos a carreira discográfica e a atuação musical.
- Vai atuar no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no domingo, e no Theatro Circo, em Braga, na terça-feira.
Laurie Anderson chega a Portugal com o espetáculo Republic of Love, numa digressão que marca o lançamento do álbum Let X=X. Embora a música não tenha sido o plano inicial da sua carreira, a artista é reconhecida principalmente pela sua veia de contadora de histórias.
A premiada criadora, que já cruzou temas como Donald Trump, Lou Reed e budismo, apresenta em palco uma visão criativa que mistura música, vídeo e narrativa. A digressão aproxima-a de novos públicos sem abandonar a singularidade que a caracteriza.
Laurie Anderson atua no Centro Cultural de Belém, Lisboa, no próximo domingo, e no Theatro Circo, Braga, na terça-feira seguinte. As performances devem oferecer uma leitura da atualidade através da sua linguagem híbrida e experimental.
Concertos em Portugal
- Centro Cultural de Belém, Lisboa — domingo
- Theatro Circo, Braga — terça-feira
A artista mantém-se ligada a uma trajetória de risco artístico e de exploração de formatos que ultrapassam a simples apresentação musical, segundo a crítica. O novo álbum e o espetáculo universam temas de criatividade, expressão e resistência cultural.
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