- A voz das crónicas não é da autora, é a nossa, criada por várias mulheres obrigadas a dar a cara por ela.
- Equiparam-nos para a maratona das crónicas diárias, apesar de sentirem a incerteza sobre o objetivo.
- A autora sugeriu que a literatura pode mentir, e que a verdade na arte pode ser irrequieta.
- Pedem compreensão, sem julgamentos morais, e convidam a conversar com a autora.
- Estão receosas com a aventura diária, avançando passo a passo até que a autora e o PÚBLICO se cansem.
As crónicas diárias da Cláudia Lucas Chéu passam a ter a participação de várias vozes femininas. O texto original deixa claro que a voz não pertence apenas à autora, mas a um conjunto de mulheres que dão a cara pelo projeto.
A mudança surge no contexto de uma apresentação pública das crónicas, onde se explica que as vozes intervenientes são um grupo que acompanha a autora. O objetivo é manter o formatado diário sem perder a linha editorial.
O grupo revela ainda que enfrenta o desafio de manter a consistência do conteúdo, apesar da mudança de vozes. A ideia é continuar a publicação diária, com responsabilidade e respeito pelo leitor.
Sobre as vozes que acompanham as crónicas
Estas narrativas são descritas como uma equipa de várias mulheres. A forma de apresentação pretende manter o estilo aberto, humano e reflexivo, sem perder a identidade editorial da publicação.
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